Sergio Marone estreia programa Só Coisas Boas no youtube: “Jogar luz nesse momento”

Atração, no ar aos sábados, é uma mistura de jornalístico com talk show


  • 02 de maio de 2020
Foto: Reprodução Instagram


Aos 39 anos, sendo 20 na carreira artística, com grandes papéis na TV, Sergio Marone está sempre se reinventando. Zona de conforto para ele não rola muito. Tanto que neste sábado, 2 de maio, o ator mostra mais uma vez o seu lado apresentador – ele já foi coapresentador do Dancing Brasil - no programa Só Coisas Boas, a partir das 13h, no seu canal no youtube. “Eu acho que a gente tem que se jogar, eu sou muito assim. Nunca nada veio muito fácil pra mim”, contou ele, durante live em nosso Instagram.

Inspirado no Some Good News, apresentado pelo americano John Krasinski, a atração é um mix de jornalístico com talk show, com direito a Marone de terno e tudo. Mateus Solano participará da estreia. “Quis fazer esse projeto como uma maneira de me tornar produtivo durante essa quarentena e também para jogar uma luz em cima desse momento, iluminar, contaminar positivamente as pessoas”, avaliou ele, que está na reprise de Apocalipse como o anticristo Ricardo Montana.

QUARENTENA - “Eu tenho uma visão positiva de tudo isso que a gente está passando. Acho que é um puxão de orelha da natureza pra gente, de maneira alguma desrespeitando as pessoas que perderam entes queridos. Mas eu acho que a gente tem que aprender a lição, entender que não dá para a gente voltar a ser o que a gente era antes em termos de tudo, de consumo. A gente tem que ter mais responsabilidade com o que a gente consome, se está interferindo no planeta, quem está trabalhando por trás desse produto, se a pessoa está sendo bem paga ou não. Eu acho que é um momento de mudança de paradigmas, de valores. O que tem que ter valor agora é o que pega um pneu de carro velho e transforma numa necessaire linda.”

RENASCIMENTO - "A gente tem que aproveitar esse momento de quarentena, de não prisão em casa, a gente tem que mudar isso também, a gente não está preso em casa, a gente está protegido em casa. Então esse momento em que a casa voltou a ser nosso lar, nosso abrigo, como a Adriana Gianpietro fala no texto dela, a gente tem que aproveitar esse momento para renascer mesmo melhores seres humanos.”

Foto: Reprodução Instagram

PROGRAMA SÓ COISAS BOAS - É uma mistura de um programa jornalístico só de notícias boas com um talk show. A gente vai ter bate-papos interessantes com pessoas que eu admiro, desde artistas, até empreendedores que transformam o planeta ou de uma maneira social ou ambiental, que tem essa responsabilidade quando produzem os seus produtos. Vai ter brincadeira também. Eu estou marcando de entrevistar o Guilherme Winter, a gente vai fazer uma brincadeira legal, que eu peguei de uma referência interessante. Mas eu tive essa ideia porque eu vi o Some Good News, um programa do John Krasinski. Eu falei, pô que legal, pode ter uma coisa brasileira dessas."

SE VIRANDO NOS 30 - “Estou adorando, me divertindo. Eu estou filmando sozinho. Tem uma pessoa super competente, querida, que está me ajudando no roteiro, a Aninha, tem uma produtora por trás que está me ajudando na edição e finalização. Mas eu tô no isolamento social, sozinho aqui em casa. A gente trabalha remotamente, então é muito difícil porque eu tenho que fazer o enquadramento, a luz, apertar o play, correr para a cadeira. Fiz o cenário no meu escritório. E é um programa super positivo, acho que tem uma ou outra criticazinha com senso de humor muito peculiar. Eu não quero ficar falando muito para não criar expectativa. Mas eu queria que as pessoas vissem amanhã com o coração aberto só. É um programa despretensioso, acho que as pessoas vão curtir.”

A estreia do programa Só Coisas Boas foi neste sábado, dia 2

NADA DE ZONA DE CONFORTO - “Eu acho que a gente tem que se jogar, eu sou muito assim. As coisas na minha vida, eu sou muito grato pelas oportunidades que eu tive, mas nada veio muito fácil. Eu sempre tive que correr muito atrás. E eu já digo isso há muito tempo que eu tenho vontade de fazer um programa. Então eu falei, por que não fazer o meu, começar simples, na internet? De repente isso pode virar um formato para a televisão ou não. Mas começar despretensioso, gostoso, colocando o meu coração nele, tudo o que eu acredito. O que o público queria ver, mas talvez não seja dado a ele por vários motivos. Eu acho que as pessoas mais do que nunca querem ouvir notícias boas, estão precisando de notícias boas.”

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