Salve-se Quem Puder: O primeiro beijo de Tarantino e Bia

O ginasta arma jantar, paga "mico", mas conquista a jovem


  • 16 de fevereiro de 2020
Foto: Reprodução Globo


Tarantino (Daniel Rangel) não entende o motivo de Bia (Valentina Bulc) ter se afastado dele, mesmo como amigos.

Apaixonado, ele tem a ajuda de Dionice (Barbara Sut) para armar um encontro com a ginasta. E o fim do jantar acaba em alguns beijos...

Essa sequência deve ser exibida no dia 24 de fevereiro.

ANTES DE SE ENTREGAR AO BEIJO, BIA DÁ UM AVISO A TARANTINO: “SEI QUE A SUA INTENÇÃO COM ESSE JANTAR FOI A MELHOR. MAS NÃO CRIA EXPECTATIVA. EU E VOCÊ... NÃO VAI ROLAR...”

Ao chegar no restaurante chique do Empório e não ver Dionice, Bia estranha. Ela se surpreende ao perceber que no lugar da amiga, quem surge é Tarantino. Num primeiro momento, ela hesita. Mas o jovem faz charme, dizendo que terá que jantar sozinho e a convence a ficar. “A Dionice tinha dito que era um restaurante bacana, mas não sabia que era assim tão chique... E romântico...”, brinca ele, sedutor.

Com cuidado, para não machucar o jovem, Bia tenta já colocar os pontos nos is. “Eu sei que a sua intenção com esse jantar foi a melhor. Mas não cria expectativa, tá? Eu e você... Não vai rolar...”, afirma. “Pô, acho que bati o recorde dos tocos. Nem comecei a falar e tum! Bia, se é pela Tammy... Eu e ela, a gente não tem nada”, garante. “Não tem a ver com a Tammy. A verdade é que não quero”, fala.

Tarantino fica sentido. “Essa foi direto no coração, ouch! Mas não dá pra agradar todo mundo, né? Bem que o meu bisavô dizia... Que vai ter garota que vai me achar legal. E outras, como você. Que vão olhar pra mim e sentir nada. Vão me achar um mala”, deduz ele. Bia fica tocada. “De jeito nenhum. Cê não é mala, cê é gente boa pra caramba. A mala sou eu, que tenho te tratado mal. E você não merece. O problema é comigo”, garante ela.

O ginasta diz que já entendeu que ela não está a fim dele. “Te acho linda, especial, mas se não é pra ser...”, fala. Bia tenta amenizar o clima. “Já que a gente tá aqui. Vamo esquecer esse assunto e curtir o jantar, hein? Topa?”, pergunta. Tarantino assente, mesmo chateado. Nisso, o maitre chega com caranguejos ao leite de coco. “Caramba, essa é a especialidade da casa? Ei, que parada é essa!”, diz o jovem, com cara de quem nunca comeu algo parecido.

TARANTINO, HIPNOTIZADO DIANTE DE BIA, ANTES DE BEIJÁ-LA: “TOU PRESTANDO A ATENÇÃO! ATÉ DEMAIS... DECULPE, BIA, MAS NÃO DÁ PRA SEGURAR...”

Tarantino estranha que o garçom lhe coloca um babador. “É pra não sujar a roupa”, explica Bia. Ele segura os talheres especiais. “É pra comer ou pra consertar alguma coisa?”, quer saber. Bia se diverte. Atenciosa, ela tenta ensinar ao jovem como deve fazer. Mas na primeira tentativa dele, o caranguejo sai “voando” e cai na bolsa de uma mulher em outra mesa. Bia se segura para não cair na gargalhada. Tarantino fica sem graça. “Que mico! Cê deve achar que eu sou um grosso! Se cê quiser ir embora, tá de boa”, diz.

A jovem fala que agora mesmo que não irá embora porque está se divertindo. Ela senta-se ao lado dele, pega na mão do ginasta e vai ensinando o passo a passo. Ele a olha, hipnotizado. “Tou prestando a atenção! Até demais... Desculpa Bia, mas não dá pra segurar”, diz ele, que a puxa, com delicadeza para um beijo. Ela reluta, mas depois se entrega ao sentimento. Depois, eles já se beijam diante do prédio de Bia. Ela entrelaça as mãos no pescoço dele. “Dionice me paga! Olha o que ela fez comigo!”, diverte-se.

Tarantino a olha, apaixonado. “Vai dizer que foi ruim? Eu adorei tudo, quer dizer... Tirando o caranguejo voador”, brinca. “É... Mas se não fosse por ele, talvez a gente não tivesse aqui agora. Fazendo isso...”, constata Bia. “Isso o quê? Cê precisa ser mais clara. Dá um exemplo pra eu entender”, pede ele. “Só mais um exemplo e eu subo, tá?”, avisa ela, que o beija. “Pô, sou burro pra caramba, ainda não entendi, dá outro exemplo, pode ser rapidinho”, diverte-se ele.

Bia fala que tá bom exemplo. “Nem era pra nada disso ter rolado”, diz. “Mas rolou. E vai rolar um montão de vezes mais”, afirma ele. “Vamo com calma. Não tou muito acostumada com essas coisas. Meu ritmo é outro”, avisa ela. “E o meu ritmo agora é o seu ritmo. Cê que manda. Não quero fazer nada pra estragar tudo”, garante. “Cê tem uma lábia boa, hein?”, diz ela. “Não é lábia, não. É que eu esperei muito. E sabia que ia ser bom. Não esquece de agradecer à Dionice”, pede ele, que dá outro selinho na jovem. “E você agradece ao caranguejo!”, diz ela, que sai, e ele a olha, embevecido.

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