Salve-se Quem Puder: Luna revê Téo, o “anjo que salvou sua vida”

Fisioterapeuta socorre diretor após ele levar um tombo na escada do Empório


  • 06 de fevereiro de 2020
Foto: Globo/João Miguel Junior


Nervoso ao perceber que foi enganado pela família sobre o diagnóstico de seu exame, Téo (Felipe Simas), chega, de muletas, no Empório.

Como o elevador está em manutenção, ele vai subindo a escada. De repente, se desequilibra e rola até embaixo. Luna (Juliana Paiva), que está passando ali, se apavora.

Essa sequência irá ao ar a partir de 17 de fevereiro.

LUNA SE APROXIMA DE TÉO PARA SOCORRÊ-LO E TEM UMA SURPRESA: “VOCÊ... VOCÊ TÁ VIVO”

Luna corre até Téo. “Moço, cê tá bem? Machucou alguma...”, pergunta ela, que, ao vê-lo, paralisa. Ela lembra do furacão. “Você... Você tá vivo!”, diz. Os dois se olham intensamente. Ele, mexido, tentando lembrar, ela muito emocionada. “Eu... Te conheço...”, fala ele. “Cê tá vivo! Não acredito!”, afirma ela. Téo desperta e reage. “Também não é assim. O tombo não foi feio a ponto de morrer. Mas que tá doendo, tá...”, afirma ele, ao tentar se levantar.

Luna o contém. “Não mexe!... É melhor ficar parado até ser atendido”, fala. O diretor continua olhando para ela, intrigado. “De onde a gente se conhece? Seu rosto, ele...”, diz. “Então você... Você não...”, fala ela, surpresa. Nesse momento, o segurança e pessoas se aglomeram ali. “Você não lembra de mim?”, pergunta ela, baixinho. Téo não ouve. O segurança diz que o ajudará a levantar. “Moço, não mexe nele! A queda foi feia, ele precisa ficar imobilizado. Tem maca aí?”, quer saber Luna.

Logo, Téo pergunta se Luna não está exagerando nos cuidados com ele. “Aii”, diz ele. “Tá sentindo tontura? Formigamento? Falta de ar? Alguma outra coisa?”, pergunta ela. “Ei, calma... Cê é médica? Enfermeira? Ou um papagaio?”, diverte-se ele. Luna ri. “Engraçadinho... Pode fazer quantas piadas quiser, só não se mexe, tá...  Sou fisioterapeuta...”, conta ela. Téo brinca que foi um azar e uma sorte tudo o que está acontecendo ali. “Azar que eu me esborrachei e sorte que foi perto de você...”, diz.

Luna se emociona. “É, acho que sim ... Eu já tive o meu dia de sorte. Hoje foi o seu...”, fala. Os dois trocam olhares. Nisso, ela se ajoelha atrás de Téo, coloca as duas mãos na cabeça dele e a estabiliza. Os dois ficam com os rostos próximos. “Precisa mesmo disso tudo?”, quer saber ele. Luna explica que um tombo desses pode até causar a fratura de uma vértebra. “Outra?”, diz o jovem. Luna pergunta o que houve com ele. “É uma longa história. Cê não vai querer saber”, fala o rapaz.

TÉO EMOCIONA LUNA: “SABE O QUE SERIA UM FINAL FELIZ PRA MIM? SABER SE A GAROTA QUE EU TENTEI SALVAR... SE ELA SOBREVIVEU”

Ela diz que que saber, sim. “Vou tentar resumir. Se você não acreditar eu vou entender, mas juro que é verdade”, diz. “Tenho certeza que vou acreditar”, diz ela. Téo começa a contar sobre o furacão no México. “Fui tentar salvar uma garota que tava se afogando. E acabei sendo tragado por um furacão. Me quebrei todo...”, conta. Luna reage emocionada. “Não faz essa cara, vai...”, fala Téo. “Eu acredito em você. Essas histórias. Elas realmente existem...”, afirma ela.

Téo conta que o problema foi na coluna lombar. “Em qual vértebra? L1, L2, L3?”, quer saber ela. “Cê entende mesmo do assunto. Foi na L5”, diz. Luna fala que não deve ter sido grave, senão ele não estaria andando. Ele comenta sobre a possibilidade de cirurgia, mas ela o tranquiliza, dizendo que esse tipo geralmente é simples. Mas ele conta que estava furioso hoje por saber dos riscos. “Sempre existe a chance de perda de movimento dos membros inferiores nesse tipo de cirurgia”, conta ela.

Téo fala que, pelo menos, ela foi sincera. “Minha família não teve essa coragem. De dizer que eu posso ficar paraplégico”, conta. A jovem diz para ele não pensar no pior. “O risco é pequeno. Não vai acontecer”, fala. “Além de fisioterapeuta, cê é vidente?”, brinca ele. “Claro que não. Só acho que se você se machucou tentando salvar a vida de uma garota. Merece ter um final feliz, né?”, diz ela. “Que nem nas novelas?... Sabe o que seria um final feliz pra mim? Saber se a garota que eu tentei salvar... Se ela sobreviveu...”, diz, comovido.  

Muito emocionada, Luna hesita se decide revelar a verdade. “E... E se eu disser que...”, fala ela, interrompida pela sirene da ambulância. Ela suspira e tenta segurar uma lágrima. Ele é levado na maca e vê a emoção de Luna. “Ei, que isso? Eu que me quebro e cê que chora?”, brinca. “Sou chorona mesmo, liga não! Fica bem!”, fala ela. E Téo grita. “Moça... Cê foi um anjo!”, diz. “Cê que é meu anjo... O anjo que salvou a minha vida”, fala Luna para si.

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