Salve-se Quem Puder: Helena surpreende Luna na casa de Ermelinda

Empresária fica confusa e mexida ao ouvir a jovem falar sobre sua mãe


  • 06 de março de 2020
Foto: Montagem


Luna (Juliana Paiva) vai ter um susto e tanto: verá a mãe, Helena (Flávia Alessandra) em sua casa.

Ermelinda (Grace Gianoukas) vai ajudar a jovem a sair da de uma saia justa daquelas. Mesmo assim, a empresária sai muito mexida do encontro.

Essa sequência começa a ser exibida no dia 7 de março.

LUNA DIZ À HELENA QUE ERMELINDA É A SUA MÃE: “TENHO TANTO ORGULHO DELA. ME CRIOU COM TANTO AMOR. NUNCA ME ABANDONOU...”

Helena deixa o Empório decidida a saber mais sobre a vida de Luna. Ela, então, vê a jovem entrando num ônibus e passa a seguir o veículo. Helena está perdida e só vê uma placa que indica zona leste. Ao chegar em casa, Luna conversa com Ermelinda sobre Zezinho (João Baldasserini) e Alexia (Deborah Secco). Eis que a jovem sobe para pegar algo e a campainha toca. “Pois não?”, diz a caipira, que dá de cara com Helena.

A empresária a cumprimenta e pergunta se ali é a casa da Fiona. Ela confirma. “A senhora quem é?”, quer saber. “Meu nome é Helena... Helena Santamarina...”, fala. Ermelinda fica branca. “A dona do... Empório Delícia?”, fala. “Pelo visto a Fiona já falou de mim... Será que posso entrar?”, diz a ricaça, observando cada objeto da casa simples. Ermelinda desconversa dizendo que Fiona não está. Nisso, a jovem pergunta à senhora pelo seu sapato. “É a voz dela, não é? Da Fiona?”, fala Helena.

Erme disfarça, nervosa, dizendo que não a viu entrar. “Fiona! Desce aqui que tem visita pr’ocê...”, fala. “Pra mim? Por que a senhora tá me chamando de...”, diz ela, que gela ao ver a empresária. “Dona Helena?”, fala. “Imagino que você deva tar surpresa, Fiona”, fala a ricaça. “Eu realmente não esperava a sua visita. Aconteceu algum problema?”, indaga. Ermelinda faz que vai sair da sala, mas Helena a questiona. “A senhora é o que da Fiona?”, quer saber ela.

Ermelinda se enrola, e Luna age no impulso. “Ela é minha mãe!”, fala, firme, abraçando-a. “Eu escutei você chamá-la de...”, desconfia Helena. A jovem desconversa dizendo que, às vezes, a chama de Dona Ermelinda. A empresária encara as duas, intrigada. “Mãe e filha...”, diz. Luna olha para Helena. “Tenho tanto orgulho dela. Me criou com tanto amor, dedicação... Nunca me abandonou...”, diz a moça. Nesse momento, algo mexe com Helena.

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LUNA FALA, EMOCIONADA, À HELENA: “PODE TER CERTEZA QUE ESSA DESCONHECIDA AQUI SÓ QUER O BEM DO TÉO... E DA SENHORA TAMBÉM...”

Nervosa, sem saber o que está fazendo ali, Helena diz que aceita um cafezinho porque precisa dirigir de volta pra casa. Luna diz que irá preparar. A ricaça parece meio em transe. Logo, as três tomam café, num clima estranho. Helena tenta se explicar que não foi correto seguir Luna. “Não sei se sua mãe sabe de tudo que aconteceu”, diz a empresária. Luna afirma que a mãe sabe. “Do acidente no evento... E da... Vamos ser sinceras... Da sua desconfiança de mim”, fala.

Ermelinda diz a Helena que Fiona é uma menina de ouro. “Incapaz de machucar uma borboleta”, afirma. A ricaça pede para ela não levá-la a mal, porque seu intuito é só proteger o filho, Téo (Felipe Simas). Luna afirma que a compreende. “Afinal, até pouco tempo, você era uma desconhecida”, lembra Helena. Luna sente. “Então era isso que eu era pra senhora. Uma estranha”, fala, magoada. Ermelinda chama a atenção da jovem. “Cês nunca tinha se visto até o tal do evento”, afirma ela.

Helena parece estar hipnotizada. “É... Nunca nos vimos”, diz. Luna, então, pede para ela perguntar o que quiser sobre sua vida. A empresária fica acuada. “Oia, carece de perguntar nada, né dona Helena? A senhora já viu que somo de família humilde. E que minha menina é honesta e bem criada”, fala Erme. “Acho que não foi uma boa ideia ter vindo. Estou sendo indelicada. Desculpe vir saber da sua filha, dona Ermelinda. Espero que não tenha se ofendido. Nem você, Fiona”, diz ela. Erme garante estar tudo bem. Antes de sair, Helena pede para Luna não comentar nada da “visita” com Téo.

Ela, então, vai saindo. “Dona Helena, espera...”, chama Luna. As duas se encaram. “Pode ter certeza que essa desconhecida aqui só quer o bem do Téo. E da senhora também...”, garante Luna. Desconcertada, Helena sorri, sem graça. Ela sai, e Luna desaba, arrasada. Já Helena, chega ao carro e precisa se apoiar, antes de abrir a porta. Ela olha de novo para a casa, trêmula, tenta ligar o carro e não consegue. "Tou tremendo. Que que tá acontecendo comigo?”, fala. Finalmente, ela consegue dar a partida no veículo e sai muito abalada.

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