Salve-se Quem Puder: Helena flagra Luna mexendo em sua Virgem de Guadalupe

Jovem está na casa da empresária para primeiro dia de fisioterapia com Téo


  • 15 de fevereiro de 2020
Foto: Globo/João Miguel Junior


Um novo encontro entre Luna (Juliana Paiva) e a mãe, Helena (Flávia Alessandra), acontecerá na casa da empresária.

Mas como das outras vezes, a jovem ficará sentida com o tratamento recebido da ricaça.

Essa sequência deve ser exibida a partir do dia 25 de fevereiro.

LUNA, ATÔNITA, AO VER O LUXO NA CASA DE HELENA: “FOI PRA ISSO... PRA VIVER NUMA MANSÃO QUE ELA ME ABANDONOU?”

Luna está nervosa. Além de ser o primeiro dia como fisioterapeuta de Téo (Felipe Simas), ela pisará pela primeira vez na casa da mãe. No caminho, ela conversa com Kyra (Vitória Strada) pelo celular. “Parece que meu coração vai sair pela boca”, diz. “Calma, Luna. Cê já viu a sua mãe, por que esse nervosismo todo?”, quer saber. “Vou entrar na casa dela. Conhecer um pouco da intimidade dela... A intimidade que eu nunca tive com ela”, fala.

Logo que chega diante da mansão, Luna fica boquiaberta. “Minha virgem de Guadalupe!”, diz, atônita. “Ai, Luna! Não me deixa nervosa! Que foi que aconteceu?”, quer saber Kyra. Luna conta que a casa é enorme. “Foi pra isso... Pra viver numa mansão que ela me abandonou?”, indaga a jovem, sentida. Já dentro da casa, ela é recebida por Enéas (Giordano Bechelini). Ela conta que chegou mais cedo com medo de que se atrasasse. O mordomo diz que Téo está no banho e que ela pode aguardar na sala.

Luna observa todo o luxo do ambiente, perplexa. Ela se atenta num quadro na parede que retrata Helena, numa pose elegante, muito bem vestida. A jovem olha, hipnotizada. “Você virou outra pessoa... Mãe...”, diz. Nessa hora, Enéas chega com um copo de água para ela e fala sobre o quadro. “Seu Hugo que mandou pintar. O pintor é bom, parece até fotografia de tão perfeito”, explica.

Eneás sai. E Luna continua observando os objetos. Logo repara num papel que sai de um livro na estante, como se estivesse pendurado. “Ué, tá parecendo...”, fala. Ela o pega – é o santinho de Helena, igual ao que Luna tem, de aspecto mais antigo. “Não pode ser. É igual ao meu... O santinho da Virgem de Guadalupe!”, diz ela, pasma.

HELENA, ANGUSTIADA, APÓS REPREENDER LUNA POR MEXER EM SEU SANTINHO: “POR QUE ESSA GAROTA ME TIRA DO SÉRIO?”

Nesse momento, Helena chega em casa e fica passada com a cena que vê. “O que você pensa que tá fazendo mexendo nas minhas coisas, menina?”, repreende ela. Luna, com o santinho na mão, fica desconcertada. “Dona Helena... Não vi a senhora entrar”, fala. Helena tira o santinho da mãe dela. “Me dá isso! Com que direito você fica vasculhando o que não é seu?”, diz. A jovem está nervosa. “Não, não tava vasculhando. É que eu cheguei cedo. Téo tá no banho, parece que ele quer que eu atenda ele no spa da casa. Aí fiquei olhando a sala e...”, desconversa.

Helena parece furiosa. “E resolveu bisbilhotar... Sua mãe não te ensinou bons modos na casa dos outros?”, pergunta. Luna sente. “A minha mãe? Bem... (ela olha nos olhos de Helena) Digamos que a minha mãe... Ela não me ensinou muita coisa. Foi um pouco ausente...”, conta. Nessa hora, fica um clima entre as duas. Luna não consegue tirar os olhos da mãe. Helena também parece perplexa, até que desvia o olhar de Luna.

A empresária quer saber por que ela não aguarda Téo no spa. “Sim, senhora, o Téo, parece que...”, vai falar a jovem. Helena a corta. “Então é melhor esperar por ele lá. Por favor, é só seguir o corredor. A sala é apenas para uso da minha família e os meus convidados. E você não é nem uma coisa nem outra”, avisa. “É... Pelo visto, não sou mesmo. Nem convidada... E muito menos... Família da senhora...”, diz Luna, sentida. Ela vai saindo, arrasada, mas para. “É a imagem da Virgem de Guadalupe, não é? Esse santinho?”, indaga.

De costas, Helena se surpreende. “O que você disse, Fiona?”, pergunta. “Minha família é muito religiosa, conheço várias santas, e...”, tenta se explicar. “Você ainda não entendeu que não é pra se meter na minha intimidade? Você está nessa casa para ajudar meu filho com a fisioterapia dele. O spa fica praquele lado”, fala. Luna sai. “Por que essa garota me tira do sério?”, pergunta Helena a si, angustiada. No corredor, a jovem se recosta na parede, arrasada. Ela abre a bolsa e tira o mesmo santinho. “Ah, mãe... Por que cê se tornou essa pessoa?”, fala ela, triste.

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