Maria Cecília e o desafio de se soltar no Dancing sem Rodolfo

Há 12 anos em dupla sertaneja com o marido, cantora se diz feliz e com frio na barriga


  • 09 de julho de 2019
Foto: Antonio Chahestian/Record TV


Por Luciana Marques

*Entrevista também disponível em vídeo, abaixo.

No início da entrevista, Maria Cecília, de 33 anos, já se apresenta assim: “Sou a Maria Cecília, do Rodolfo”, diz. E não tem como ser diferente... Há 12 anos, a cantora está na estrada com Rodolfo, de 34 anos, que também é seu parceiro de vida. Precursores do sertanejo universitário, eles são casados desde 2012, e pais de Pedro, de 2 anos.  Desde o convite para estar no Dancing Brasil, o seu maior desafio é ter uma outra dupla. “O difícil é me soltar com uma pessoa completamente nova”, admite ela, que confessa ser tímida.

Mas o seu partner na atração é Lucas Teodoro, o Teo, dançarino campeão da terceira temporada, em 2018, com Geovanna Tominaga, e duas vezes vice no reality comandado por Xuxa Meneghel. Na estreia, eles dançaram rumba, mas não conseguiram boas notas. “Brinco que Maria vive no palco essa sofrência do sertanejo, e aqui ela tem que colocar a emoção para fora”, explica Teo. “A minha postura já está melhor... Teo é um carrasquinho, ele vai mudar isso aí”, diverte-se a cantora.

Nesta sexta-feira, dia 12 de julho, Maria Cecília & Rodolfo lançam em todas as plataformas digitais a canção Única Distância, do DVD De Portas Abertas.

Maria com o parceiro Teo, na estreia do Dancing. Foto: Blad Meneghel/Record TV

Maria, o que foi essencial para você aceitar o convite para o Dancing? Tudo que me vem como um desafio, eu gosto. Principalmente quando ouvi dizer que era dança, Dancing Brasil, eu disse, nossa... É uma coisa que eu tenho vontade de aprender. Mas se eu fosse pensar, não pararia pra aprender a dançar, não me dedicaria tanto como num compromisso como esse.  Então acho que vai ser uma das coisas mais incríveis, vai somar muito na minha carreira, na minha desenvoltura no palco.

O que o Rodolfo achou, ele apoiou você? O Rodolfo me apoiou desde o primeiro momento, você vai, você vai ganhar (risos). Ele me incentiva em tudo. Eu acho que se ele não tivesse me dado esse apoio, eu não estaria aqui. Eu precisaria muito dessa confiança dele. Ele  é o meu alicerce.

Maria com Rodolfo e o filho, Pedro. ??Foto: Erik Chen

O que tem sido mais difícil? Sem dúvidas, o mais difícil para mim é me soltar com uma pessoa completamente nova. Eu, que há 12 anos sou acostumada com o Rodolfo, a minha única dupla e, de repente, começar a dançar com uma pessoa nova. Eu sou muito tímida, não parece, mas eu sou. Então, acho que é isso, me desbloquear um pouco para me permitir que uma pessoa nova consiga transformar essa Maria Cecília aqui.

O que você acha que essa experiência pode somar para os shows de vocês, pensa em colocar o Rodolfo pra dançar? Vai mudar muito nos shows, acho que eu vou me soltar na postura, quero muito que o Rodolfo também aprenda a dançar para a gente ter algumas performances. Acho que vai somar demais.

Como está o filhote, o que chama mais a atenção nessa fase dele? Pedro está lindo, com 2 aninhos. Ele tem sentido muito a minha falta porque eu tenho saído muito para os ensaios, tenho ficado bastante longe de casa. Mas Rodolfo é um paizão, tem cuidado muito dele. E isso me alivia, para eu conseguir estar aqui em paz.

Maria Cecília & Rodolfo se apresentam em show. Foto: Reprodução Instagram

O que mudou na rotina de vocês, principalmente em relação aos shows? Na rotina mudou que eu tenho saído muito de casa. Em relação aos shows, não mudou nada porque não paramos a agenda. Estou numa correria louca, estou virada porque não dormi depois do show de ontem. Mas é uma coisa que está me fazendo muito bem. Eu até comentei com a nossa assessora que fazia muito tempo que eu não me sentia tão feliz e com um frio na barriga, algo muito bom. Estou num momento maravilhoso!

Teo, como está se saindo a sua parceira? Mesmo ela sendo uma artista, uma cantora, ela vem de um universo artístico diferente, o que ela vive no palco é essa sofrência do sertanejo. E eu fico brincando isso com ela... É um outro caminho que a gente tem que vir pra cá. É uma atitude de se posicionar para fora. Eu acho que o sertanejo trabalha muito para dentro, e aqui a gente tem que colocar a emoção para fora. Então é trabalhar técnica, alongamento, e jogar toda essa energia que ela guarda dentro, pra fora.

 

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