Malhação - Viva a Diferença: Atrizes contam o que mais aprenderam com as personagens

Trama teen foi vencedora do Emmy Kids Internacional


  • 07 de abril de 2020
Foto: Globo/Sérgio Zalis


A estreia de Malhação - Viva a Diferença, de Cao Hamburger, com direção de Paulo Silvestrini, nesta segunda-feira, dia 6, ficou durante um tempo entre os assuntos mais comentados do twitter.

Também pudera, o primeiro capítulo da trama protagonizada por Gabriela Medvedovski, Ana Hikari, Heslaine Veira, Manoela Aliperti e Daphne Bozaski ali já dava indícios de sua potência.

Tanto que a novela foi vencedora do Emmy Kids Internacional. E entre os temas que começavam a ser debatidos ali, gravidez na adolescência, autismo, empatia... E o que será que essas jovens estrelas da novela mais aprenderam com as suas personagens?

Gabriela Medvedovski:

“A Keyla me levou a refletir sobre amor próprio, autoconfiança, autoestima. Durante a trajetória dela, ela se questiona essas coisas. Isso foi de encontro com o momento que eu estava passando na minha vida e mudou algo dentro de mim.”

Ana Hikari

“Acho que a Tina me proporcionou entender melhor as minhas origens. Apesar de eu ter descendência materna de japoneses, não entendo nada da cultura japonesa. Não conhecia absolutamente nada. E fui pesquisar por causa da Tina.  Além disso, foi um mergulho muito importante na cultura pop, que é também o universo da Tina.

Heslaine Vieira

“Eu não era tão tecnológica antes da Ellen. Tive que estudar e mergulhar no mundo 'hacker' da personagem. Hoje eu sou uma pessoa que sabe alguma coisa, mexo nos aplicativos com mais facilidade (risos). Uma outra característica que aprendi com ela é ser mais observadora. Para mim, uma geminiana, ser observadora é algo difícil.”

Manoela Aliperti

“A Lica me deixou a sua determinação, o fato de ela ir atrás do que acredita independentemente da opinião dos outros.”

Daphne Bozaski

“Aprendi muitas coisas com a Benê. Eu não tinha contato com nenhuma pessoa com espectro autista. A partir dela, eu reparei que diversas pessoas ao meu redor poderiam ter esse espectro. Eu tinha uma visão muito limitada do assunto. A Benê é uma autista de alta funcionalidade, ela consegue trabalhar, ter amigos, se relacionar. Eu acho que quebrei um preconceito que eu tinha e aprendi a me relacionar melhor com as pessoas depois dessa personagem. Eu consegui ter um olhar menos julgador e mais aberto.”



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