Flor do Caribe: Duque e Cassiano embarcam em navio mercante para o Brasil

Eles contam com ajuda de Cristal e se deparam com companheira de viagem surpresa


  • 14 de setembro de 2020
Foto: Reprodução Globo


Depois de sete longos anos em cárcere privado, tudo por armação do até então amigo Alberto (Igor Rickli), finalmente, Cassiano (Henri Castelli) embarca rumo ao Brasil. Na companhia do fiel companheiro de prisão e de fuga, Duque (Jean Pierre Noher), eles chegam ao porto de Guatemala, onde embarcarão em um navio mercante. Quando estão subindo a rampa, ouvem uma voz conhecida. “Cassiano! Ei! Brasileiroooo!”, fala Cristal (Moro Anghileri), a filha cantora do vilão Dom Rafael (César Troncoso), que os ajudou a estar na embarcação, inclusive com dinheiro.  

A moça chega correndo até eles, trazendo a “flor do caribe” de Cassiano. “Você disse que era pra mulher da sua vida...”, fala. O rapaz se surpreende. “A flor do Caribe! Caramba! Eu pensei que ela...”, diz. Cristal o corta. “Tinha morrido? Nunca! Cuidei bem dela. Pra você...”, afirma. O piloto pega a flor e agradece. “Não sei se um dia a gente vai se ver de novo. Mas quero que saiba: sempre vou ser grato pelo...”, diz ele, que novamente é interrompido pela jovem. “Shhhh! Nada de... “adiós para sempre””, fala ela, que tasca um beijo rápido na boca do rapaz. “Boa viagem, Cassiano. Até qualquer dia”, despede-se. “Até qualquer dia, Cristal”, fala ele, que sobe a rampa da embarcação.

Já dentro do navio, os dois acenam para a cantora e dançarina. Com suas mochilas nas costas, eles caminham, felizes, pelas escadas e plataformas, em direção à proa. “Estou preocupado com Amaralina...”, fala Duque, sobre a amiga trambiqueira que conheceram na cidade. Cassiano ri. "Preocupado com a maluquete? Por quê?”, quer saber. O estelionatário afirma que está falando sério e pergunta se Cassiano pegou o endereço ou telefone dela. “Que endereço, Duque? Pirou? A garota não tem endereço nem telefone, ela tá cada dia num lugar!... Que tá pegando, alteza? Saudade da nossa guia turística “categoria 171”?”, brinca ele.

Duque disfarça a emoção. "Quando tem 171 no pedaço, é bom a gente estar sempre de sobreaviso...”, fala. Cassiano olha intrigado o amigo, que se vira de lado por estar com os olhos marejados. Já na proa da embarcação, eles se dão conta de onde estão. “Me belisca, diz que não tô sonhando! Que não vou acordar e dar com os gorilas de Dom Rafael na minha frente...”, fala Duque. Cassiano afirma que aquele momento é pura realidade. “Não, eminência. Não preciso beliscar. Você não tá sonhando. Olha o horizonte. É só mar! Tamos livres, Duque! Livres!”, festeja o brasileiro.

Duque olha aquele marzão à sua frente, emocionado também. “Fazia tempo que eu não via tanto mar assim!”, diz. “Nós tiramos o pé do inferno!”, constata Cassiano. Duque entre no clima do amigo. “Agora é esperar e chegar no paraíso que me prometeu!”, fala ele, sobre Vila dos Ventos. O piloto beija o amigo e grita. “Estamos livres! Livres! Brasil, me aguarde que lá vou eu!”. Nisso, os dois ouvem uma voz em off vindo de trás. “Se atrasassem mais a gente não ia não!”, fala Amaralina, sorrindo, de mochila nas costas, pronta para viajar. Duque e Cassiano parecem não acreditar na nova companheira de viagem e comemoram.

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