Fernanda Gentil: “Projeto mais especial na casa. Me identifico com valores”

Mobilizadora do Criança Esperança, ela fala do prazer de apresentar a atração e dos novos passos na carreira


  • 19 de agosto de 2019
Foto: Globo/Victor Pollak


Por Luciana Marques

*A entrevista completa está disponível em vídeo, abaixo

Pelo segundo ano consecutivo como uma das mobilizadoras do Criança Esperança, Fernanda Gentil diz se sentir em casa na atração por se identificar com seus valores e princípios. Ela revela ainda que o programa é o seu projeto mais especial na emissora, o que lhe dá mais “prazer e tesão”. “Eu me lembro que quando fui convidada no ano passado, eu me aprofundei de uma forma como não me preparei para nenhuma Copa do Mundo”, conta.

Fã incondicional da dupla Sandy e Junior, a jornalista brinca que vai tentar ser bem profissional quando encontrá-los nos bastidores do grande show do Criança Esperança, nesta segunda, dia 19, nos Estúdios Globo, logo após A Dona do Pedaço. Fernanda, que está prestes a estrear o filme Ela Disse, Ele Disse, também estará em breve de volta à telinha com o seu próprio programa. Mas os detalhes ainda são guardados a sete chaves. Nós também perguntamos se ela sabe dizer por qual motivo é tão querida pelo público. Quer saber? Lei a matéria ou veja o vídeo!

Fernanda com Renato Aragão em ensaio do Criança Esperança. Foto: Reproudução Instagram

MEMÓRIA AFETIVA DO PROGRAMA

“Quando eu era mais nova o Criança Esperança era sempre o momento de fazer um evento lá em casa. A gente se reunia pelos shows, pelas mensagens, sempre tinha Sandy e Junior, era sempre a grande atração pra mim, eu juntava as amigas. E curiosamente hoje, eu apresentando parte do programa, eu me vejo nesse lugar, antes era telespectadora, ajudava como podia, e hoje aqui sendo uma mínima parte dessa engrenagem imensa, é muito louco, é emocionante mesmo. Eu costumo dizer que é o projeto mais emocionante, importante e especial. De tudo o que eu já fiz na casa. O Criança Esperança é o que me dá mais prazer e tesão e a sensação de que eu estou fazendo uma mínima, mas importante parte”.

EM CASA NO CRIANÇA ESPERANÇA

“Eu me sinto muito em casa no Criança Esperança. Além de ser o projeto mais importante que eu faço na casa por tratar de gente, cuidar de gente e falar de gente, é porque eu me identifico muito com os princípios e valores. Eu me lembro que quando fui convidada no a no passado, eu me preparei como não me preparei para nenhuma Copa do Mundo para chegar aqui. Ler o roteiro, estudar, ver referências, entender o Brasil que a gente estava vivendo melhor do que eu não conhecia. Mexe num lugar diferente, que todo o mundo tem dentro, os gatilhos estão aí e só faltam ser tocados. Acho que o CriEsp toca nos gatilhos importantes durante o programa inteiro”.  

 

 

VAI ABANDONAR O JORNALISMO E VIRAR ATRIZ?

“Não... Mas os meus desafios, sonhos e desejos não têm nome, sobrenome, nem cara. O que vier e eu me sentir à vontade, tiver verdade e tocar neste lugar especial que eu falei, estou indo”.

ABRAÇADA PELO PÚBLICO

“Eu sempre gostei de fazer televisão como eu gosto de ver televisão. Antes de começar a trabalhar com isso eu me avaliava muito como telespectadora. Eu gosto de ver na televisão aquela pessoa que você olha e diz, nossa, deve ser gente boa, essa cara deve ser maneira, quando você sente que não tem grande distância. Então eu tentei trazer isso muito para o meu lado profissional também, vivendo da maneira mais natural possível, com transparência, encurtando essa distância que eu acho que hoje em dia é mínima, nunca foi tão pequena. Até pelas redes sociais, tecnologia em geral. E mostrando uma coisa muito importante que eu acho é que não tem diferença nenhuma entre quem vê e quem faz televisão. Não tem diferença nenhuma entre mim e o telespectador, somos pessoas com dores e delícias e receios e vitórias como qualquer outro ser humano. Então acho que essa naturalidade me aproxima muito e eu gosto muito disso, me traz um retorno, além de quente, verdadeiro”.

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