Êta Mundo Bom!: Ernesto se aproxima de Candinho como “amigo” e leva fora

Pilantra “estuda” modos e fala do caipira para pôr plano em prática


  • 02 de junho de 2020
Foto: Reprodução Globo


O pilantra do Ernesto (Eriberto Leão) acha que é muito esperto. Ele até é, porque desde que se juntou com a vilã Sandra (Flávia Alessandra) conseguiu roubar o medalhão de Candinho (Sérgio Guizé) e agora irá se passar pelo filho de Anastácia (Eliane Giardini). Para isso, ele convence Filomena (Débora Nascimento) de que deseja se tornar “amigo” do caipira e pôr um ponto final nas rixas. Mas ele só não contava que o rapaz fosse tão esperto.

Na praça, Ernesto se aproxima de Candinho ao lado de Filó. “Eu não vim brigar. Eu apenas quero ser amigo”, fala o pintor. O caipira estranha. “Amigo d’eu?”, diz. Filomena conta que Ernesto quer convidá-lo para ser padrinho do casamento deles. Candinho diz que está contente que ele tem boa intenção com Filó, por já estar organizando a união. “É por isso que eu quero ser seu amigo. Por que nós dois não vamos conversar?”, sugere o pilantra.

Ele, inclusive, abraça Candinho, que estranha toda essa história. Os dois se sentam a sós no banco, enquanto Filomena sai e Pirulito (JP Rufino) segue vendendo pipoca. Logo o caipira pergunta o que ele quer conversar. Ernesto fala que eles se conhecem tão pouco. “Como era a sua vida na fazenda, por exemplo”, pergunta. Nessa hora, a nostalgia bate e Candinho começa a lembrar momentos felizes no sítio. “Ah, era boa por demais. Eu acordava cedo, apanhava os ovo das galinha...”, fala.

Candinho lembra também de seus papos com as galinhas. Mas, de repente, ele para de falar. E diz que Ernesto não deve se interessar por esse assunto porque mora na cidade. “Eu tô interessado sim, pode parecer que eu não tô, mas eu tô”, fala o vilão, imitando o modo de falar do caipira. Candinho não gosta. “Você tá imitando eu, é?”, quer saber. Ernesto diz que de maneira alguma. Mas o caipira trata de colocar o pintor em seu lugar. “Ô moço, eu sei quando alguém é meu amigo e quando alguém não é. Eu não sei o que está passando em vossa cabeça...”, diz.

Ele trata, então, de dar um sermão em Ernesto. “O que sei é que quando uma pessoa imita a outra é para fazer piada dela. E eu não quero desgostar a Filó, nem quero brigar. Mas eu sou menas burro que pareço e sei que amigo você não é. Nem eu hei de querer ser seu amigo. Então se você vai casar com a Filó, case e seje feliz. Agora eu, ocê não engana nunca, nunquinha. E passar bem que tá vindo gente pra comprar minhas pipocas, tá?”, fala ele, que sai, cuspindo no chão. “Lasquêra”, fala. Ernesto observa e faz o mesmo gesto do rapaz, cospe e fala “Lasquêra”.

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