Êta Mundo Bom!: Braz culpa Severo pela morte da mãe e promete vingança

O rapaz humilha o pai no enterro ao contar como ele causou o infarto em Ana


  • 01 de junho de 2020
Foto: Reprodução Globo


Depois de uma forte discussão com Severo (Tarcísio Filho), Ana (Débora Olivieri) passa mal e é levada para o hospital. Braz (Rômulo Arantes Neto) e Maria (Bianca Bin) ouvem do médico que o estado da mãe é muito grave. Enquanto aguardam mais informações, um funcionário do local quer saber quem assinará a internação. Severo se nega, dizendo que a loja passa por dificuldades. Os filhos ficam atônitos ao ouvir que Ana pode ir para a ala dos indigentes.

A sorte deles é que Anastácia (Eliane Giardini) está ali próximo e se oferece para pagar as despesas. Um pouco depois, um médico diz que Ana pediu por pela presença de um padre. Muito debilitada, ela implora que Severo e os filhos se unam. “E você, que é mulher, cuide da Alice. Não abandone a sua irmã”, pede ela, para Maria. “Nunca, mamãe, nunca”, diz a jovem. Ana chora e dá o último suspiro antes de morrer. Maria e Braz ficam aos prantos sobre o corpo da mãe.

Mais tarde, Maria encontra Alice (Nathalia Costa) e pede para conversar com a menina. Ela fala que Ana estava muito doente. “Ela partiu desse mundo”, conta. “Ela não vai voltar, mamãe morreu?”, pergunta a menina. Maria confirma. “Não é verdade, ela não ia me deixar, o Braz falou”, lembra a pequena. Maria abraça a irmã, consolando-a. “É muito triste, mas nós vamos ser fortes, eu, você e o Braz. Onde ela estiver, vai estar velando por nós. Ela partiu me pedindo que cuidasse de você. Eu não vou te abandonar nunca”, promete.

Candinho (Sérgio Guizé) e Pirulito (JP Rufino), que estão ali próximo na frente da casa, se aproximam. “Não fica assim. Pensa que vossa mãe mãezinha é uma estrela que morava aqui na terra. Como o professor Pancrácio diz, cada um de nós é feito uma estrela. Agora a vossa mãezinha é uma estrela que mora lá no céu”, diz ele. A garota olha para o céu e diz que não tem estrela nenhuma. Candinho explica que é dia. “Mas toda a noite você há de zoiar para uma estrela e pensa que é sua mãezinha”, fala.

BRAZ HUMILHA SEVERO NO ENTERRO E LEVA UM TAPA NA CARA DO PAI: “HÁ DE RESPONDER PELA MORTE DE MAMÃE”

Um pouco depois, no enterro, Maria se despede da mãe. “Adeus mamãe”, ela diz, jogando flores sobre o caixão. Alice faz o mesmo. Severo também se despede. “Adeus minha esposa, sinto muito a sua perda”, fala. Braz não se contém. “Como ousa dizer isso? Como pode dizer que lamenta se é como tivesse a matado com as suas próprias mãos”, fala. Anastácia diz que ele não pode acusar assim o pai. “Acuso sim. Ouçam todos, o meu pai se engraçou com uma vagabunda, uma dessas do Dancing”, revela.

Todos pedem para Braz se acalmar e dizem que ele não pode julgar todas as moças. “Essa não vale nada. Ela arranca o dinheiro do meu pai, até os pagamentos dos fornecedores estão atrasados”, acusa. “Aqui não é lugar de lavar roupa suja”, diz Severo. “Nem dinheiro para alimentar sua mulher e sua filha ele dava mais. Ele juntou dinheiro para comprar uniforme e material escolar de Alice. Na sua última noite de vida, meu pai roubou o dinheiro que ela tanto juntara. Roubou o dinheiro da minha mãe para dar a uma vagabunda”, conta.

O rapaz continua acusando o pai. “Ele empurrou minha mãe e saiu. Ela desmaiou nos meus braços, foi na noite de ontem. Hoje estamos aqui, minha mãe morta. O senhor é o culpado pela morte da minha mãe”, afirma. Severo dá um tapa na cara do filho. “Cale-se”, diz. “Não tem o que responder e me bate. Mas ouça. Há de responder pela morte de mamãe”, avisa o rapaz.

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