Espelho da Vida: De cavalo branco, Danilo leva Cris a seu refúgio

Abraçada a seu amor nos anos 30, a jovem deixa escapar: “Você não seria capaz...”


  • 18 de novembro de 2018
Foto: Reprodução Globo


Com a ajuda da “amiga” Dora (Alinne Moraes), Cris/Julia (Vitória Strada) consegue se encontrar às escondidas com Danilo (Rafael Cardoso).

Assim que se encontram, o pintor a leva para um passeio num cavalo branco. Essa sequência está prevista para ser exibida a partir do dia 28 de novembro.

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DANILO FAZ SURPRESA À CRIS/JULIA: “VAI ME RAPTAR, É? MUITO ROMÂNTICO NÓS DOIS NESSE CAVALO BRANCO”

Juntinhos na mesma cela, os pombinhos sorriem, felizes. “Vou te levar num lugar especial, é uma surpresa”, diz Danilo. “Vai me raptar, é? Muito romântico nós dois nesse cavalo branco”, fala Cris/Julia.

O pintor sorri. “Você disse que gosta de cavalos brancos...”, fala ele. “Não me lembro de ter dito isso, mas adoro. Sonho com eles muitas vezes”, conta ela. “Eu estou nesse sonho, espero”, brinca o jovem. “Hum... não me lembro bem...”, disfarça ela, sorrindo. Fecha os olhos...”, pede Danilo. Ela fecha e ele a beija na boca.

“Lembrou de alguma coisa?”, pergunta ele. “Lembrei que te amo”, diz ela ao abrir os olhos. “Também te amo! Vem... vou te raptar!”, avisa. Ele faz o cavalo correr mais, num lindo cenário. Logo, os dois estão diante de uma charmosa cabana no meio do mato.

Ali é a casa de Danilo, pequena, mas muito bem cuidada. “Lindo esse lugar, Danilo, por que me trouxe aqui?”, pergunta ela, ainda sem saber sobre o local. “Já vai descobrir. Espero que goste”, faz mistério ele.

ABRAÇADA A DANILO, CRIS MURMURA: “VOCÊ NÃO SERIA CAPAZ... NÃO SERIA”

O pintor abre a porta e ela entra, curiosa. “Pouca gente já botou os pés aqui. É a minha casa, Julia, seja bem vinda”, fala ele. Ao entrar, ela vê um ambiente despojado, masculino, um misto de atelier e casa. Muitas telas, pincéis, uma cama simples. “Estou encantada, Danilo. Pensei que morasse com Hildegard. Aqui é tão simples, mas muito charmoso”, diz ela.

“Essa é minha visão de um artista, pouco conforto material, nada de refeições muito fartas, é a alma que deve transparecer nas telas, e ela deve estar sempre carente”, fala ele. “Carente de amor também?”, brinca Cris. Danilo a puxa para perto de si. “Eu tinha essa ilusão, queria fugir do amor para não me desviar do meu caminho. Mas conheci você, Julia, e descobri que amar, entregar-se é o verdadeiro ato revolucionário”, declara-se ele.

Cris o abraça, forte, sofrida e contida. E logo murmura. “Você não seria capaz... não seria...”. O pintor sorri. “O que disse, meu amor? não entendi”, indaga ele. Ela disfarça, com os olhos marejados. “Estou feliz por ter te conhecido, Danilo, você é um homem tão bom”, diz ela. "Não tenha tanta certeza, agora mesmo, com você perto de mim assim, estou com a cabeça cheia de ideias pouco exemplares”, brinca ele.

“Danilo!”, repreende Cris, abrindo um sorrisão. Ele se afasta dela com esforço, e faz um carinho. “Um dia isso aqui vai ser nosso refúgio, Julia. Mas jamais vou te forçar a nada. Posso te oferecer um chá?”, pergunta ele. Ela assente, sorrindo, e os dois ficam ali se olhando, apaixonados. 



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