Espelho da Vida: Cris se vê nos anos 30 e conhece mãe de Julia

Jovem também sente fisgada no coração ao receber bala de ouro que matou a moça


  • 02 de outubro de 2018
Foto: Reprodução Globo


A cada dia Cris Valência (Vitória Strada) fica mais impressionada com as coisas estranhas que vem acontecendo em sua vida, desde a primeira vez que esteve em Rosa Branca. E quando volta à cidade para as filmagens de Amor Imortal, ela tem novos sinais que a deixam em choque.

O primeiro deles, é uma caixa entregue por André (Emiliano Queiroz) na casa de Margot (Irene Ravache) em nome de Julia Castelo, em capítulo que irá ao ar no fim desta semana.

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AO VER A BALA DE OURO QUE MATOU JULIA, CRIS SENTE UMA DOR NO CORAÇÃO

Logo que abre a encomenda, aparece uma caixa de veludo vermelho. Quando Cris imagina que seriam as alianças de Julia e Danilo (Rafael Cardoso), ela se surpreende. “A bala de ouro, Margot, a bala que matou Julia!”, diz ela, fascinada. “Eu e o Vicente imaginamos tantas vezes onde ela podia estar! Chegamos a pensar que ela nem existiu”, fala Margot.

Nesse momento, Cris coloca a mão no coração. “Meu peito, sinto essa fisgada quando acordo dos meus pesadelos, é sempre assim”, conta. “Calma, querida, senta aqui, vou te trazer o meu chazinho”, diz Margot. “Já fiz vários exames, não tem um motivo concreto. Vai passar, sempre passa. Não pode ser coincidência, não é, Margot? Essa dor bem no lugar onde a Julia…”, imagina Cris.

E a jovem fica tentando encontrar respostas... No fim da conversa, Cris diz que dará uma saída. Logo Margot desconfia que ela irá na casa de Julia Castelo. E pede para a jovem esperar para ela ir junto. Teimosa, Cris pega a bicicleta e chega na casa. Já com a chave na mão que a senhora misteriosa lhedeixou, Cris vai até a entrada principal e abre a porta.

Logo que entra, caminha até o quadro que a impressionou da primeira vez que esteve lá. Mas no lugar do retrato de Julia está uma natureza morta, tudo empoeirado. “Calma, Cris, deixa de ser fresca, tudo isso deve ter uma explicação”, diz para si mesma. De repente, ao andar pela casa, leva um susto com algo que cai de uma mesa. Lívida, pega um castiçal velho. “Quem tá aí?”, pergunta.

E logo vê um gato preto. O celular toca, é Alain (João Vicente de Castro), mas ela não atende. Cris entra no quarto, e está tudo igual da outra vez. Ela pega um dos vestidos em bom estado e veste. Ela tenta se ver no espelho, mas ele está em péssimo estado. “O camafeu, falta o camafeu!”, lembra ela. Ela tira da bolsa e coloca no pescoço.

CRIS É TRANSPORTADA AOS ANOS 30 E CONHECE A MÃE DE JULIA, QUE É A SUA PRÓPRIA MÃE

Cris respira fundo, tenta se acalmar. Logo tira um pano em farrapos que cobre o espelho e consegue refletir a imagem dela. “Pareço uma mulher daquela época, pareço a Julia”, diz. De repente, ela leva a mão ao camafeu, comovida, e o tempo volta. Cris se vê no espelho com o vestido em perfeito estado, o quarto também está todo limpo, como era no tempo de Julia.

Cris está atônita, ela se apalpa, e abafa um grito quando se vê de corpo inteiro, linda, com vestido impecável. “Meu Deus, é um sonho, só pode ser um sonho!”, constata. Da janela, ela vê as ruas dos anos 30. Em volta ela procura suas roupas atuais, o seu celular, mas não encontra. “Me ajuda meu Deus, me ajuda a acordar”, pede.

Logo, mexe em uma gaveta e encontra o diário de Julia em perfeito estado, mas abre e as páginas estão todas em branco. “O que está acontecendo comigo”, diz, aflita. Nervosa, ela se encolhe na cama, e percebe batidas na porta. “Filha, por que trancou a porta? Abre pra mamãe”, pede uma voz atrás da porta. “Julia, está sentindo alguma coisa, meu amor?”, repete.

Mexida, Cris fala. “É a voz da minha mãe! Não pode ser”, constata. “Mãe, é você?”, pergunta ela, colada à porta. “Claro que sou eu, abre, meu amor”, fala a mullher. Cris ainda hesita. “Você vai se atrasar para a aula de pintura, o professor Danilo está esperando!”, diz a senhora. Cris toma coragem e abre a porta. E logo está diante de Piedade (Julia Lemmertz), uma senhora muito bem cuidada, com trajes de 1930.

E Piedade é Ana, a mãe de Cris nos tempos atuais. “O que está acontecendo, Julia? O que há com você?”, quer saber ela. Nesse momento, Cris perde os sentidos, e só acorda com o toque do celular. E quem liga é a própria Ana, mãe de Cris. Sem querer dar muitos detalhes, Cria explica que acordou há pouco e teve um pesadelo.

Trêmula, ainda com o vestido de Julia, ela o tira e guarda o camafeu. Antes de sair, vai até o espelho e vê que há a marca do movimento em espiral que fez sobre a poeira. Ela se arrepia e sai correndo. No caminho de volta para a casa, leva até um tombo de bicicleta, rala o joelho, mas volta a pedalar, desesperada.



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