Éramos Seis: Lúcio conforta Isabel após morte de Júlio

Jovem apaixonado lembra camafeu que deu a ela e se oferece para protegê-la


  • 01 de dezembro de 2019
Foto: Reprodução Globo


Lúcio (Jhona Burjack) está cada vez mais apaixonado por Isabel (Giullia Buscaci).

E será num grande momento de dor da amada, a morte do pai, Júlio (Antonio Calloni), que ele mais uma vez provará todo o seu carinho e amor a ela.

Essa sequência deve ser exibida no dia 4 de dezembro.

ISABEL, DESOLADA, DIANTE DE LÚCIO: “NÃO BASTASSE A SAUDADE DO MEU PAI, AS COISAS ESTÃO MAIS DIFÍCEIS DO QUE PENSEI. TENHO ATÉ VERGONHA DE CONTAR...”

Isabel está cabisbaixa na porta de casa, quando Lúcio se aproxima. Ele olha para a jovem e levanta o queixo dela. “Não fica bem eu na porta de casa assim. Logo depois do meu pai ter morrido. Mas não me aguento em casa, até o ar é triste”, conta a moça. “Não ligue pras aparências, não está fazendo nada de errado. Ninguém sabe da tristeza que carregamos. É aqui que ela fica, guardada, doendo”, diz ele, apontando para o coração.

Isabel se emociona. “Não bastasse a saudade do meu pai, as coisas estão mais difíceis do que pensei. Tenho até vergonha de contar... Mas você é meu melhor amigo, vou falar”, diz. Lúcio só não gosta de ouvir essa parte “melhor amigo”. “Não vou poder mais sair como antes, nem ir ao clube. Vamos ter que cortar todas as despesas supérfluas”, conta. “Imagino que seja uma fase difícil. Mas ao clube não precisa deixar de ir, tem direito como aluna da escola”, lembra ele.

LÚCIO À ISABEL: “VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHA. E MESMO QUE SUA VIDA MUDE UM TANTO AGORA, NADA MUDA ENTRE NÓS. ESTOU AO SEU LADO”

Isabel lembra que o pai sempre dava um jeito de resolver qualquer problema. “E ele sempre fazia minhas vontades, cuidava de mim. Está tudo tão incerto... Meus irmãos vão trabalhar. E eu? Nem sei... Que falta meu pai faz”, diz. Nesse momento, Lúcio seca uma lágrima dela e mostra o camafeu em seu pescoço. “Quando eu te dei, você disse que o camafeu ia ser seu talismã...”, fala. Isabel sorri, triste, e segura o pingente no colar. “É verdade. Sinto que ele me protege”, fala.

Lúcio então pega nas mãos dela. “Você não está sozinha. E mesmo que sua vida mude um tanto agora, nada muda entre nós. Estou ao seu lado”, garante ele. “Não tenho medo de ter que ir trabalhar. O que tenho medo é das pessoas mudarem comigo. Sabe, que me olhem feio ou com pena”, diz.

Novamente, Lúcio a aconselha a não dar bola para esse tipo e coisa. “Essas pessoas que você está dizendo aí... Valem à pena? Acho que não. Levanta a cabeça”, aconselha ele. “Você me acalma, Lúcio. Obrigada, por tudo...”, diz a jovem. Ela toca de novo o camafeu e dá um beijinho na bochecha dele, que esperava mesmo um beijo de namorados.

Ricardo Pereira sobre Almeida e Clotilde: “É a grande história de amor da novela”

Joana de Verona é a feminista Adelaide, em Éramos Seis: “Chega como um furacão na família”



Veja Também