Éramos Seis: Lola e Afonso reatam e trocam declarações de amor

Comerciante convence a amada que tudo não passou de uma armação de Shirley


  • 15 de fevereiro de 2020
Foto: Globo/Estevam Avellar


Não demorou muito para Afonso (Cássio Gabus Mendes) e Lola (Gloria Pires) se entenderem de novo.

Tudo acontece quando Clotilde (Simone Spoladore) levar o comerciante até a casa da família, em Itapetininga. E ele só pede um momento a sós com Lola.

Essa sequência deve ser exibida a partir do dia 24 de fevereiro.

LOLA: “SEU AFONSO, TUDO ISSO ME DEIXA AINDA MAIS CONFUSA. COMO EU PODERIA BRIGAR COM OS FATOS QUANDO SOUBE? DURVALINA VIU...”

Diante de Lola, Afonso quer saber o que tanto a aflige. Ele diz não entender como ela pode tê-lo descartado de sua vida, de repente, explicação. Lola conta a verdade. Ela diz que soube por Durvalina (Virgínia Rosa) que Shirley (Bárbara Reis) dormiu no quarto dele. O comerciante fica incrédulo. “Isso que a senhora diz sobre a Shirley... E que agora entendo como a razão do nosso rompimento, dona Lola... Não acontece, não dormimos juntos”, garante ele. “Shirley não esconde o desejo de resgatar o casamento de vocês, seu Afonso”, lembra Lola.

Mas Afonso mostra-se firme. “Se Shirley tem qualquer intenção comigo... Ela rema sozinha contra a corrente. Mas daí a senhora achar que te engano, que faço um jogo duplo, que tenho qualquer outro interesse na vida que não seja pela senhora...”, diz. “Coloque-se no meu lugar. Não é uma situação confortável”, pondera ela. “Por que eu não estaria com Shirley agora se fosse meu desejo? Por que estou aqui, mal dormindo, mal comendo, devastado pela sua distância, dona Lola? Sou um tonto, um louco ou o maior mau caráter de todos os tempos?”, fala.

Lola fica tocada. “Seu Afonso, tudo isso me deixa ainda mais confusa. Como eu poderia brigar com os fatos quando soube? Se Durvalina viu...”, fala. “Não são fatos! São estratagemas, que levaram a boa Durva a uma ilusão! E contra mentiras, só tenho minha palavra. É o que tenho de mais importante nessa vida. Além do meu sentimento pela senhora. Quando chegarmos em São Paulo, podemos confrontar Shirley... Querem minar nossa relação, nossa cumplicidade, não vê?”, fala.

AFONSO À LOLA: “A SENHORA FAZ MORADA NO MEU CORAÇÃO... SINTO-ME JÁ TÃO ÍNTIMO DESSE AMOR... SERÁ QUE MINHA NAMORADA PODE DEIXAR DE SER DONA LOLA E SER APENAS...LOLA”

Lola admite também estar angustiada. “Também não gostaria de estar nessa situação agora, seu Afonso...”, garante ela. “Dona Lola, não há a menor possibilidade de eu e Shirley voltarmos a ser um casal. O meu coração pertence a outra pessoa”, diz. Nisso, Afonso para de falar e a olha intensamente. “O meu coração pertence à senhora. E não há tempo, coisa alguma ou outro alguém que possa fazer mudar isso”, diz. Os dois não resistem e se beijam. “A base da nossa amizade sempre foi a confiança, deve ser a mesma do nosso amor”, fala Afonso.

Lola se desculpa. “Fiquei ferida, muito surpresa com tudo. Mas o que sinto pelos senhor está aqui, seu Afonso, bem guardado. E, pelo visto, à prova de balas e bombas. Mas agora estamos no meio de uma outra guerra...”, lembra ela. “Eu sei... Alfredo e Inês engajados. A senhora aqui em função disso. Eu mesmo ainda com o compromisso de entregar mantimentos em outras cidades antes de voltar para São Paulo...”, fala ele. “Mas vamos nos reencontrar lá, em breve. E falamos novamente sobre tudo”, promete ela.

Afonso se empolga. “Falamos... A senhora diz, com os nossos filhos, não é? Não quero mais dar passos pra trás, dona Lola. Temos planos, os mesmos desejos, precisamos avançar. Não quero mais brincar com a sorte. Quero a senhora bem perto de mim. Voltando pra casa, a Shirley vai embora. E não temos mais impedimentos”, avisa ele. “Chegando em São Paulo, abrimos nossas intenções para os nossos filhos”, fala.

Afonso é tomado pela emoção. “Só uma coisa me encasqueta agora... A senhora faz morada no meu coração, é dona do meu destino e de todo o meu querer. Sinto-me já tão íntimo desse amor e da sua companhia... Será que minha namorada pode deixar de ser dona Lola para mim e ser apenas... Lola? , pergunta. Lola sorri. “Claro que pode me chamar por Lola... Afonso”, diz ela. “Lola... Minha Lola...”, fala ele. E os dois se abraçam, agora mais unidos e apaixonados do que nunca.

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