Éramos Seis: Justina passa a morar na casa de Olga e Zeca

Irmã de Lola confronta marido e ele revela motivo de ter acolhido filha de Emília


22 de novembro de 2019

Foto: Globo/Raquel Cunha

Com quatro filhos, Olga (Maria Eduarda de Carvalho) fica desesperada ao ganhar mais uma “filha”.

É que Emília (Susana Vieira) “convenceu” Zeca (Eduardo Sterblich) a receber Justina (Julia Stockler) durante um tempo na casa deles em Itapetininga.

Essa sequência deve ser exibida no capítulo da próxima segunda-feira, dia 25 de novembro.

OLGA IRRITADA COM PRESENÇA DE JUSTINA: “DEVE TER SIDO O ZECA QUE INSISTIU, MAS ELE VAI SE VER COMIGO. ELA NÃO PODE FICAR AQUI. EU CUIDANDO DE VELHO, DOIDO E CRIANÇA”

Tavinho, Emiliana e Emily brincam na frente da casa. Justina está ali também em meio às crianças, um pouco tímida. Ela olha tudo, maravilhada. Zeca está ali perto, preocupado. “Emily... Emiliana... Tavinho... Zeca... Zequinha... primos... Priminhos...”, diz Justina. As crianças riem. Nisso, Justina aponta uma galo, que passa. E logo quer vê-lo de perto. “E ela tem nome?”, pergunta. Tavinho diz para ela tomar cuidado. “Não é ela, é ele, e bica”, fala o garoto.

Zeca se intromete na conversa. “Arredio esse galo daí. Tavinho vai mostrar os que podem ou não brincar”, pede ao filho. Da varanda, Olga observa a movimentação ao lado de Dona Maria (Denise Weimberg), Candoca (Camila Amado) e do bebê num moisés. “É mais um filho que temos”, afirma ela. Candoca pergunta se ela está grávida de novo. “Claro que não! Digo que Justina é mais um filho pra se cuidar. Pior, tem menos juízo”, fala. “Zeca não pode ficar o tempo todo com ela, trabalha tanto”, diz Maria.

Olga fala que vai sobrar para ela. “Pra mim, que já tenho um bebê”, constata. “Tem que estabelecer regras, dizer o que ela pode ou não fazer pra não se por em perigo. Não está acostumada com essa amplidão”, lembra Maria. Olga afirma que isso não vai dar certo. “Admiro a tia Emília ter deixado. Deve ter sido o Zeca que insistiu, mas ele vai se ver comigo, vai ver só. Ela não pode ficar aqui. Eu cuidando de velho, doido e criança”, diz.

Candoca logo faz uma ressalva. “E eu lá sou velha?”, fala. “É doida. Criança é que não é, Candoca! Vem vamos preparar um suco de maracujá pra Olga se acalmar”, diz Maria. Um pouco depois, as crianças correm com Justina no pátio. Ela tropeça e cai, estabanada, mas feliz. Zeca a ajuda e observa Olga olhando a movimentação. E vai até a esposa, que entra na casa, irritada. “Vai ficar de mau humor, Olga?”, pergunta. “Acha que temos pouca preocupação e trabalho? Pra ficar com a Justina?”, diz. “Ela gosta tanto de você, vai fazer bem a ela ficar aqui”, afirma ele.

ZECA EMPAREDA OLGA AO FALAR SOBRE JUSTINA: “VOCÊ ESCOLHE: POSSO LEVAR ELA DE VOLTA E VOLTAR A SER O FARMACÊUTICO QUE EU ERA. MAS DÊ ADEUS A ESSA VIDA DE FRESCURAS QUE VOCÊ TANTO GOSTA”

Nisso, Olga o acusa de pensar só nele. “Não devia ter trazido, se eu não queria”, diz. Logo Zeca revela que não teve escolha. “Deixa eu te falar uma coisa. Quando me conheceu eu não tinha nada. Tinha uma porcaria de dez por cento naquela farmácia que não dava lucro nenhum. Morava num quartinho de fundos. Mas uma coisa eu tinha e muito: eu tinha orgulho. Eu não baixava a crista à toa”, fala.

Logo ele revela o motivo de ter trazido Justina. “Eu fui humilhado! E tratado como um cão sarnento. E Justina... como fardo. Eu disse a sua tia que não podia trazer a menina no momento. Mas ela me obrigou!”, revela. “Mas tia Emília mudou da água por vinho?”, indaga Olga. “Se eu pudesse, te juro que faria sua tia engolir cada palavra. Por mim e pela filha dela, que não merece. Sua tia me jogou na cara que a gente vive às custas dela, pensa que eu gostei? Como se eu não tivesse dando meu trabalho e meu suor”, reclama ele.

Olga muda o tom. “Então... foi por isso que trouxe Justina, meu amor? Ordens dela? Mas assim tudo muda, não é? O que será que deu na tia Emília?”, fala. “Está aflita porque a outra filha está voltando da Europa. E a pobre da Justina é um estorvo. A filha refinada, a lady da Europa, não pode ver a que ela acha selvagem. Disse que vai deixar Justina na roça até Adelaide ir embora”, conta ele. “E quando vai ser isso?”, quer saber ela.

Ele diz não saber a data. “Olha, Olga, por mim, você escolhe: posso levar de volta e voltar a ser o farmacêutico que eu era. Mas dê adeus a essa vida de frescuras que você tanto gosta!”, avisa. Zeca sai. Olga fica emparedada, no primeiro diálogo sério dos dois. E corre atrás do marido. “Zeca! Volta aqui, Zeca!”, diz. Dona Maria quer saber o que aconteceu. “Foi que tia Emília tem vergonha da filha... Temos que ficar com Justina, mãe, Justina fica”, afirma Olga. 

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