Éramos Seis: Clotilde sofre, “serei a melhor madrinha do mundo para o meu filho”

Chega o dia do batizado de Francisco, bebê bastardo dela


  • 10 de fevereiro de 2020
Foto: Reprodução Globo


Os fãs de #Clomeida torcem para que Clotilde (Simone Spoladore) tenha alguns momentos de alegria até o fim da novela. É que até o momento está difícil...

A moça sofre, calada, no dia do batizado de seu filho bastardo, Chiquinho, que é criado como o caçula de Olga (Maria Eduarda de Carvalho) e Zeca (Eduardo Sterblitch).

Essa sequência deve ser exibida no dia 18 de fevereiro.

OLGA DEIXA CLOTILDE SENTIDA: “SE UM FILHO FALTA, NADA NEM NINGUÉM O SUBSTITUI”

A casa de Olga está aquela confusão de sempre. Todos estão se arrumando para o batizado de Chiquinho. “Vamos logo com isso, minha gente! Quero os três aqui pra eu fazer a vistoria”, fala Olga aos filhos. Tavinho, Emiliana e Emily emparelham para a mãe ver. “Ah, mas estão muito lindos. Meus olhos estão até ofuscados de tanta belezura!”, completa Olga.

Tavinho pede para a mãe escolher um deles. “Qual dos três está mais bonito. Eu, Emily ou Emiliana?”, pergunga. “Zequinha e Chiquinho também são meus filhos...”, lembra ela. “Eles ainda têm cara de joelho. Não contam”, diz Emiliana. “Posso votar três vezes?”, fala Candoca (Camila Amado). Maria (Denise Weimberg) pede para Candoca não botar lenha. “Meus queridos, vocês estão todos uns tesouros. Cada um à sua maneira. Não tem um só mais bonito”, diz.

Começa uma discussão da criançada. Olga se irrita. “Podem parar! Escutem bem uma coisa: mãe ama todos os filhos do mesmo jeito. Acha todos lindos da mesma maneira. Cada um é uma pérola do seu colar. Se um falta, nada nem ninguém o substitui”, afirma. Clotilde, que está ali próximo, sente. Ela, então, estica o olho para Chiquinho, que está no moisés.

CLOTILDE À MARIA: “ESTOU FELIZ, MÃE, ACREDITE. SEREI A MELHOR MADRINHA DESSE MUNDO PARA O MEU FILHO”

Olga continua dizendo que por isso não há vencedores nem perdedores. “Assunto encerrado. E não se amarrotem porque já estamos de saída para o batizado”, avisa. Tavinho fica emburrado e Clotilde faz sinal pra ele, o chamando. Carinhosa, a tia ajusta a gola dele. “Estou muito orgulhosa de ser madrinha do Chiquinho junto com você. O padrinho mais lindo e amado de Itapetininga e além!”, fala ela.

O menino fica cheio de si. “É muito importante ser padrinho, não é, tia?”, fala. Clotilde assente. “Ah, é! É como um segundo pai. E madrinha... Como uma segunda mãe (ela sente). Veja que importante nós estamos hoje, Tavinho”, constata ela. “Também quero ser madrinha. Mãe! Pode ter outro filho pra eu batizar?”, pede Emily. “Então é melhor ter gêmeos, mãe, porque se a Emily for madrinha eu também quero ser!”, fala Emiliana.

Olga está zonza, acabando de ajeitar os cabelos. “Pela madrugada! Zequinha mal acabou de sair das fraldas! Chiquinho acabou de nascer. Chega de filho e chega de irmão! Vamos saindo, vamos, o pai de vocês já deve ter saído do trabalho e deve estar esperando por nós na igreja. Estou ansiosa pelo batizado do nosso caçulinha”, diz ela. Que leva os filhos para fora, animados.

Maria percebe o desconforto de Clotilde e se aproxima dela. “Hoje é um dia muito bonito, minha filha. O batismo é o primeiro sacramento para uma vida de fé em Deus. Nosso Francisco será abençoado”, fala. “Estou feliz, mãe, acredite. Serei a melhor madrinha desse mundo para o meu filho”, diz ela, que engole o choro e sai, sob o olhar de pesar de Maria.

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