Éramos Seis: Alfredo vê Júlio dançando com Marion e fica furioso

Jovem confronta o pai e diz que ele nunca mais vai levantar a mão para ele


  • 06 de novembro de 2019
Foto: Montagem


Alfredo (Nicolas Prattes) é mesmo um rebelde sem causa. Mas não faça nada que magoe a sua mãe, Lola (Gloria Pires), que ele vira uma fera.

E isso acontecerá quando ele flagrar o pai, Júlio (Antonio Calloni), com quem o jovem já não mantém uma boa relação, dançando com Marion (Ellen Rocche) no cabaré.

Essa sequência está prevista para ser exibida a partir do dia 8 de novembro.

JÚLIO FICA SEM REAÇÃO AO SER FLAGRADO PELO FILHO DANÇANDO COM MARION NO CABARÉ: “DEIXA EU EXPLICAR, ALFREDO! ALFREDO!”

Júlio dança muito alegre com Marion no cabaré. Eis que um tempo depois, Alfredo entra e vai direto ao caixa falar com Alaor (Ramon Francisco). “Começou cedo a função! Sabe onde está Marion?”, pergunta o rapaz. “Está no salão. Mas nem adianta, está com um velho amigo. Não tem pra mais ninguém”, diz o garçom. Alfredo sorri, mesmo assim vai procurar por Marion.

Ele percorre com os olhos a pista de dança e se depara com Júlio dançando com ela. O rapaz para chocado, sem acreditar no que está vendo. Júlio rodopia, feliz, e logo fica diante do filho. Ele se assusta e fica sem saber o que fazer. Alfredo olha duro para o pai. Júlio já bebeu um pouco, mas está num nível ainda de sobriedade para se envergonhar diante do jovem.

O que Júlio gostaria era de poder sumir dali. Marion está entre os dois, sem entender o que acontece. “Que foi? Quer arrumar encrenca? Estou dançando!”, diz ela a Alfredo. “Seu parceiro é meu pai”, conta o jovem, que se dirige para a saída. “Deixa eu explicar, Alfredo! Alfredo!”, chama Júlio. Mas o rapaz não quer ouvir nenhuma explicação e vai embora.

Marion encara Júlio. “É o seu filho? O Alfredo!”, questiona ela. “Agora o diabo levou tudo! Preciso ir atrás dele, preciso falar com ele, Marion!”, desespera-se Júlio, que segue o rapaz.

AO VER O PAI AMEAÇANDO LHE BATER, ALFREDO REAGE SEGURANDO A MÃO DELE: “NÃO! NUNCA MAIS VAI LEVANTAR A MÃO PRA ME BATER”

Alfredo chega à rua transtornado. “Alfredo!”, grita Júlio, já na área em frente ao cabaré. O rapaz para, mas sem se virar para o pai. Marion e Alaor vão até a rua e  acompanham a cena. Júlio se aproxima de Alfredo. “Meu filho...”, fala ele. O jovem se vira e encara o pai. “Meu filho”? Agora me chama de filho?... Não vai me chamar de vagabundo de novo?”, pergunta. “Não, claro que não, eu só quero...”, diz Júlio.

Alfredo diz que o pai pode falar. “O que tem a me dizer?”, questiona. Júlio não sabe por onde começar. “Não tem o que falar, não? Comigo, só sabe falar pra acusar. Que vivo em más companhias, que não estudo, que sou o errado... enquanto o senhor... Que belo exemplo de virtudes!”, acusa o jovem. “Alfredo, eu não admito”, repreende Júlio. "Não admite? Não tem mais condições de me passar sermão. Com que moral?”, fala.

E o jovem continua colocando para fora a sua ira. “É aqui que passa as noites de serão e balancete? Enquanto a minha mãe espera, com um prato quente de comida, sem saber que está se refestelando nos braços de uma dançarina! Um mentiroso!”, acusa. “Quem você pensa que é para falar comigo dessa maneira, seu moleque!”, diz Júlio. Nesse momento, ele não se contém e avança para o filho com a mão estendida para bater.

Mas dessa vez Alfredo reage, segura a mão do pai, firmemente. “Não! Nunca mais vai levantar a mão pra me bater”, avisa. Ele então empurra a mão do pai, que perde o equilíbrio e cai sentado no chão. Alfredo se afasta, andando rápido. Marion e Alaor correm para acudir Júlio.

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