Emílio Dantas vai “distribuir afeto” em papel na série Todas as Mulheres do Mundo

Ator vive Paulo, que se apaixonará pela personagem de Sophie Charlotte, na nova produção do Globoplay


  • 22 de abril de 2020
Foto: Globo/João Miguel Junior


Emílio Dantas, que protagonizou Segundo Sol, em 2018, promete encantar o público com o seu mais novo personagem em Todas as Mulheres do Mundo. Ele vive o apaixonado arquiteto Paulo na série original Globoplay, que chega à plataforma a partir desta quinta-feira, dia 23. “O Paulo é um cara que distribui afeto”, conta o ator.

A trama narra a trajetória amorosa desse arquiteto morador do bairro de Copacabana. Em 12 episódios, o público o verá apaixonando várias vezes à primeira vista por mulheres diferentes, uma por vez. Mas seu coração é marcado definitivamente por Maria Alice (Sophie Charlotte).

A trama foi criada a partir de uma ideia original de Domingos Oliveira e Maria Ribeiro. É escrita por Jorge Furtado e Janaína Fischer, com direção artística de Patricia Pedrosa e direção de Ricardo Spencer e Renata Porto D’Ave

O que é a série para você? Todas as Mulheres do Mundo é uma série para homenagear todas as mulheres do mundo mesmo. É uma série que também vem falar sobre o amor em geral, em como ele está sendo exercido hoje pelo ser humano. É uma série que trata de amor.

Como é o seu personagem, o Paulo? O Paulo é um cara que distribui afeto. Ele é muito afetuoso com o Cabral (Matheus Nachtergaele), com a Laura (Martha Nowill), que é a melhor amiga dele, com todas as mulheres com quem ele se relaciona. O que bate nele é a paixão da inflamação por se conhecer alguém muito interessante. E, muitas vezes, uma paixão pode desvirtuar para uma bela amizade, para uma grande admiração, ou até para uma conquista, uma relação.

Qual o papel de Maria Alice na vida do Paulo? A Maria Alice é importante para o Paulo porque ela está acima dele nesse entendimento. Se fôssemos falar de energia, acho que Maria Alice é o ser humano que tem a energia que Paulo gostaria de ter. Que ele diz ter, mas sabe que a dela está um pouco acima.

Como se dá a trajetória do personagem ao longo dos episódios? Eu acho que o Paulo é um cara que cresce, se desenvolve e passa a entender um pouco melhor – não totalmente, porque é impossível – o universo feminino.

Como é a relação do Paulo com a mãe? O Paulo e a Dionara têm uma relação não muito bem equalizada. A Dionara não é uma pessoa que sufoca, não é aquela mãe que está o tempo todo em cima do filho. Paulo é um cara que se preocupa muito com ela, mas não está muito grudado com a mãe. Acho que eles são muito parecidos e acabam aprendendo muito um com o outro.

E a relação dele com Laura, sua amiga? A Laura é, das mulheres, a que mais o entende. Até porque é a que mais convive com essas duas figuras, o Cabral e o Paulo. Acho que o Cabral é o alter ego do Paulo. A Laura acaba sendo mais uma das facetas do que ele vive.



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