Carol Macedo, a Inês, de Éramos Seis: “Uma menina determinada, também sou assim”

Atriz avalia dramas da personagem e sua linda história de amor com Carlos


  • 27 de novembro de 2019
Foto: Globo/César Alves


Por Redação

*Veja a entrevista completa no vídeo, abaixo.

Carol Macedo acaba de entrar na segunda fase de Éramos Seis, no papel de Inês, vivida nos anos 1920 por Gabriella Saraivah. E a gente já pode perceber que a atriz – destaque como a K2, de Malhação, em 2017, e a Paulina, de O Tempo Não Para, em 2018 -, tem nas mãos mais uma grande oportunidade de mostrar o seu talento. “É uma personagem linda, a história dela é linda e forte”, conta.

Além disso, atuar no remake é a realização de um sonho de sua mãe, Maria de Fátima Soares, muito fã da história. Nesse momento da trama, após descobrir que os pais, Shirley (Bárbara Reis) e João (Caco Ciocler) esconderam durante 10 anos as cartas enviadas a ela pelo amor de infância, Carlos (Xande Valois/Danilo Mesquita), e pelo padrastro, Afonso (Cássio Gabus Mendes), ela decide deixar Salvador.

O que mais instiga você nesse trabalho? Essa novela é muito especial pra mim. Eu já até contei em que a minha mãe amava Éramos Seis. E quando saiu que ia rolar o remake, ela ficava no meu pé perguntando se eu sabia quem estava fazendo, diretor, produtor... E eu dizia, ai, mãe, não sei. E quando fui convidada para a novela, eu fiquei muito feliz, principalmente pela minha mãe. Ela está muito encantada. E a minha personagem é linda. A história da família dela é muito forte. E a história de amor dela também vai ser linda demais. Ela ama desde criança o Carlos, o filho mais velho da Dona Lola (Gloria Pires), vivido pelo Danilo Mesquita. E eu acho que vai ser uma fofura esse casal.

Inês (Carol Macedo). Foto: Globo/Raquel Cunha

Fala um pouco mais desse romance e o que deve acontecer quando ela voltar a São Paulo? Duas pessoas vão ser apaixonadas por ela. Mas tem uma que ela ama mais, que é o Carlos, mas vai ter bem interessante esse embate. Um é o amor, o outro é a paixão.  Vai ser difícil!

A relação dela com a mãe, a Shirley, é bem complexa, né? A filha descobre toda essa história da mãe, de quem é o pai verdadeiro, muito tarde, aos 13 anos. E é um momento que a gente está na adolescência, está rebelde. Então vai ser bem difícil para ela entender. E ela acaba indo embora para Salvador com a mãe e o pai verdadeiro e fica longe do padrasto, que é quem ela ama. A ligação dela com o padrasto é mais forte do que a ligação dela com a mãe. Vai ser complicado pra ela, mas ao mesmo tempo tem o amor de mãe, a gente não tem como negar. Elas vão ser parceiras, mas vão ter muito embate.

Há semelhanças entre você e a Inês? Ela é uma menina muito determinada no que ela quer, eu sou também. Ela vai em busca do que deseja. E para a época dela, trabalhar, estudar, ter uma profissão era muito difícil, era um pouco raro. E ela é enfermeira, ela trabalha, ela tem o dinheiro dela, por mais que o pai dela seja muito rico. E eu sempre fui assim também, muito independente dos meus pais. Eu saí de casa cedo para trabalhar, para ter a minha casa, mesmo meus pais sempre por perto, me dando todo o apoio. Mas eu sempre fui muito independente, nisso eu pareço muito com ela.

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