Bom Sucesso: Ramon salva a vida de Alberto

Pela primeira vez, Nana se mostra cordial com Paloma


  • 28 de agosto de 2019
Foto: Reprodução Globo


Alberto (Antonio Fagundes) passa mal após saber que Silvana (Ingrid Guimarães) mandou queimar todos os exemplares do livro sobre a vida dela.

E no momento que recebe a notícia de um segurança da editora, o empresário está na Igreja da Penha com Paloma (Grazi Massafera).

Essa sequência está prevista para ser exibida a partir do dia 2 de setembro. 

RAMON TOMA UMA DECISÃO DIFÍCIL NO ALTO DA ESCADARIA DA PENHA PARA SALVAR ALBERTO: “NÃO VAI SER FÁCIL, MAS A GENTE VAI TER QUE LEVAR ELE NO BRAÇO”

A sorte do executivo e também de Paloma é que Ramon (David Junior) está no local naquele momento para ver detalhes do casamento com a costureira. Ao ouvir sobre a queima dos livros, Alberto deixa cair o telefone e bambeia, abalado. “Seu Alberto, o que foi? Tá se sentindo mal?”, preocupa-se Paloma.

O empresário vai desfalecendo aos poucos, quando Ramon e o Padre Paulo também correm para acudi-lo. “Seu Alberto! Ai, meu Deus!”, grita Paloma, até que ele desaba no chão da igreja. Logo eles ficam sabendo pelo motorista Batista (Marcelo Flores) que o bondinho enguiçou. A acompanhante se apavora, mas Ramon diz que eles terão que dar um jeito. Eles levantam Alberto e chegam com ele até o topo da escadaria.

Ramon respira fundo. “Não vai ser fácil, mas a gente vai ter que levar ele no braço”, diz o ex-jogador de basquete. “O quê? Ramon, isso é loucura!”, fala Paloma. “A gente não tem escolha”, diz o treinador. Eles descem e encontram Batista no meio do caminho. Esbaforidos chegam com o empresário até o carro.

ALBERTO À PALOMA: “AGRADEÇA AO RAMON, SEU NOIVO. SE NÃO FOSSE POR VOCÊS EU NÃO ESTARIA AQUI. E NÃO ESTOU ME RREFERINDO AO HOSPIRAL”

Já no hospital, após dar uma nova cantada em Paloma e ouvir o que não quer, Marcos se despede dela e de Nana (Fabíula Nascimento), que aparece por ali. Ele diz que irá a Búzios para resolver o problema da editora. Paloma e Nana ficam a sós e se encaram. “Seu irmão não tem jeito”, diz a costureira. “Pela primeira vez concordo com você”, fala Nana. 

As expressões de ambas se amaciam. “Eu quero muito que seu Alberto fique bem”, diz Paloma. “Eu também. Eu devia ter cuidado melhor da editora, eu destruí a maior obra dele”, fala Nana. “E eu devia ter cuidado melhor do seu pai”, afirma a acompanhante. “Mas ele tá aqui por minha causa”, diz a executiva. Logo Paloma diz que tem culpa também. “Não precisava ter levado Seu Alberto lá pro alto da igreja. E se a gente não tivesse conseguido trazer ele até aqui?”, fala Paloma.

Mas logo Nana diz que o pai só faz o que quer. “Eu vou rezar por ele. Pra ele ficar bem”, ressalta Paloma. Nana agradece. E a costureira pede para ver Alberto. “Meu pai vai gostar de te ver”, diz Nana. Paloma entra no quarto e pega a mão dele. “Que bom que você está aqui! Pensei que tivesse ido embora”, diz ele, sonolento. Paloma diz que não ia embora sem saber do estado dele. “Tô achando que exagerei levando o senhor pra tantos lugares”, constata ela.

Mas ele afirma que foi a pedido dele. “E para a minha felicidade”, fala. “Só espero que o senhor não resolva pular de asa delta”, brinca ela. Alberto diz que não é má ideia. Nisso, ele vê Nana na porta. “Oi, minha filha, entra”, diz. Paloma se despede. “Agradeça ao Ramon, seu noivo. Se não fosse por vocês eu não estaria aqui. E não estou me referindo ao hospital”, fala. Nana fica constrangida. Paloma sai e as duas de despedem com um aceno civilizado e simpático.

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