Bom Sucesso: Paloma chora e diz a Alberto que não passa de mais uma conquista de Marcos

Empresário percebe que é o motivo da “crise” do casal e promete resolver o problema


  • 26 de novembro de 2019
Foto: Globo/Raquel Cunha


Desde que Vera (Angela Vieira) contou a Marcos (Romulo Estrela) que Alberto (Antonio Fagundes) está apaixonado por Paloma (Grazi Massafera), o rapaz vive um dilema. Até Sofia (Valentina Vieira) entra na história e pede ao tio para terminar o romance com a costureira.

Desde então, Marcos tem evitado Paloma, se achando egoísta já que o pai tem pouco tempo de vida. A costureira percebe a frieza do amado e, no trabalho, acaba revelando o motivo de sua tristeza a Alberto.  

Essa sequência deve ser exibida no dia 3 de dezembro.

PALOMA CHORA DIANTE DE ALBERTO: “ACHO QUE EU ERA SÓ MAIS UMA CONQUISTA PRA ELE E AGORA QUE EU ME APAIXONEI DE VERDADE, O MARCOS SE CANSOU DE MIM. ELE VAI ME DEIXAR”

Paloma termina de costurar o vestido de Alice no manequim, enquanto Alberto lê o início do poema A Blusa Amarela do russo Wladimir Maiakovski chamado. Enquanto ele lê, Paloma cai em prantos. Alberto se aproxima. “Nossa, Paloma, eu sei que o poema é lindo, mas não imaginei que você fosse ficar tão emocionada”, diz. “Não é culpa do poema... Desculpa. Eu tô assim porque lembrei de quando eu conheci o Marcos lá em Búzios e ele disse que era o Peter Pan e eu disse que eu era a Alice”, conta.

Alberto saca a história. “Um encontro romântico, usando nomes dos personagens dos livros. Bonito isso. E por acaso, agora, esse encanto se quebrou?”, quer saber. “Ah, Seu Alberto, eu imaginei que esse Don Juan tinha se curado, e que eu era a Dona Inês, uma paixão verdadeira, mas era tudo ilusão. Ele sempre foi o Peter Pan que não quer crescer e eu a Alice, perdidinha”, constata ela. “Por que você está dizendo isso?”, indaga ele.

E Paloma abre o coração. “Porque eu acho que eu era só mais uma conquista pra ele e agora que eu me apaixonei de verdade, o Marcos já se cansou de mim. Ele vai me deixar”, afirma ela, para choque de Alberto. Paloma chora, enquanto Alberto está revoltado. “Paloma, calma, você tem certeza? O Marcos vai te abandonar? Ele disse isso?”, pergunta. “Ele tá me evitando. Eu sei que tá diferente. O  Marcos arruma sempre uma desculpa pra não me encontrar”, conta ela.

Alberto fala que o amor do filho por ela parece tão genuíno. “Eu vejo o olhar de paixão dele para você”, afirmma. “Pois é, Seu Alberto, eu tô tão triste! Mas eu não devia ter comentado nada com o senhor. Isso é assunto meu. O senhor não tem que se preocupar com isso, ainda mais agora que acabou de sair do hospital”, diz ela. “Aquele moleque irresponsável vai ouvir poucas e boas!”, avisa ele. “Por favor, Seu Alberto, eu não quero estragar o nosso convívio. Eu tô tão arrependida de ter falado sobre isso com o senhor. Vamos esquecer o Marcos”, pede ela.

ALBERTO CONFESSA À SOFIA PAIXÃO POR PALOMA: “MAS É UMA PAIXÃO, DIGAMOS, PLATÔNICA. COMO A DO CORCUNDA DE NOTRE DAME PELA ESMERALDA. O QUE IMPORTA PRA MIM É A AMIZADE DA PALOMA”

Aberto diz que vai tentar, mas não promete nada. Ela pede para ele ler um poema para alegrá-la. Quando acaba, Paloma enxuga as lágrimas e põe as mãos em oração. “O senhor não existe, mesmo. Obrigada”, agradece. E ela se despede do patrão. “E fica bem, viu? Não quero que você derrame uma lágrima pelo irresponsável do meu filho”, fala ele. Paloma só pede a Alberto para não comentar nada mesmo com Marcos. A costureira sai e entra Sofia. “Você viu, vô? Ela nem me deu um beijo. A Paloma tá triste”, diz a garota.

O empresário concorda. “Tem razão, e a culpa é toda do seu tio Marcos que está fazendo ela sofrer. E eu acho que eu sei porque”, deduz ele. “Eu também. Mas eu acho que eu tenho um pouquinho de culpa”, garante a menina. “Por que, querida?”, quer saber ele. “Porque eu sei que o senhor gosta da Paloma”, diz ela. E, por acaso, você contou isso pro Marcos?”, choca-se ele. Sofia diz que que contou. “E pedi pra ele ficar longe dela. Desculpa, vô. Agora ela tá triste e o senhor tá com raiva de mim”, constata a garota. “Raiva não é a palavra. Estou decepcionado”, afirma ele.

E o empresário explica seu ponto de vista da história. “Você resolveu interferir em algo que não pode controlar. Ela está apaixonada pelo Marcos e se a gente quer ver a Paloma feliz, a gente tem que torcer para que eles fiquem juntos”, fala Alberto. “Mas você também não tá apaixonado por ela?”, pergunta a garota. “Talvez, mas é uma paixão, digamos, platônica. Como a do Corcunda de Notre Dame pela Esmeralda. O que importa de fato pra mim é a amizade da Paloma. A companhia que ela me faz, as nossas conversas, leituras. Querer mais do que isso seria entrar no campo dos sonhos delirantes de um Don Quixote”, constata.

Sofia ouve atenta o que o avô diz. “Ah, entendi. E isso é perigoso”, fala. “Muito perigoso, porque, se ela desconfiar dessa minha paixão platônica, pode não se sentir mais à vontade para trabalhar nessa casa. E nós perdemos a Paloma para sempre”, constata ele. “Então, eu fui burra mesmo!”, diz ela. “Não foi não. Vem cá dar um abraço. E não precisa ficar culpada, que eu vou dar um jeito nisso, e ninguém vai saber do nosso segredo”, pede Alberto. Sofia mais tranquila, abraça o avô.

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