Bom Sucesso: Nana “desce do salto” e implora ajuda à Paloma

Ao ver o pai morrendo, ela atravessa a cidade e tem papo emocionante com costureira


  • 04 de outubro de 2019
Foto: Reprodução Globo


Em plena noite de Natal, Alberto (Antonio Fagundes) é encontrado por Marcos (Romulo Estrela) caído e inconsciente.

Na mão, ele segurava uma flor feita de retalhos, presente de Paloma (Grazi Massafera). Com o pai definhando, a executiva resolve atender um pedido de Sofia (Valentina Vieira): trazer Paloma para ver Alberto.

Essa sequência está prevista para ser exibida no dia 12 de outubro.

NANA: “O MEU PAI TÁ MORRENDO, PALOMA. E EU VIM PORQUE SOU CAPAZ DE QUALQUER COISA PRA SALVAR A VIDA DO MEU PAI”

Sozinha, dirigindo seu carro, Nana tem a ajuda de Alice (Bruna Inocêncio), que mesmo contrariada, a leva até à casa de Paloma. “Você? Aqui?”, surpreende-se a costureira. “Eu preciso muito fazer um pedido pra você e espero do fundo do meu coração que você atenda”, diz a executiva  Paloma estranha. “O que essa mulher quer aqui?”, chega Ramon (David Junior), desconfiado. “Pois é. Também tô querendo saber”, fala Paloma

Nana entra e se desculpa por atrapalhar a noite de Natal da família. “Mas é que eu tô muito angustiada e eu precisava fazer alguma coisa... Eu sei que você me odeia...”, diz. “Não coloca palavra na minha boca, não. Porque se tem alguém aqui que odeia alguma coisa, é você”, rebate Paloma. “Mas isso não tem relevância nenhuma agora. O meu pai tá morrendo, Paloma. Foi ideia da Sofia te chamar. E eu vim porque sou capaz de qualquer coisa pra salvar a vida do meu pai”, conta.

Paloma quer saber o que aconteceu. Nana explica que Alberto não está nem mais se alimentando. “... Parece que meu pai tá entregando os pontos, sabe? Quem sabe se você for lá..?”, fala Nana. “Não acredito. Você aparece aqui com essa cara lavada, depois de tudo que fez com a Paloma?”, intervém Ramon. “Você fez de tudo pra me ver longe do Seu Alberto”, lembra a costureira. “Sim, eu fiz. Admito. E certamente faria de novo. Porque na minha cabeça eu tava fazendo o que era certo”, afirma.

Mas Nana diz que nesse momento seus erros pouco importam. “Meu pai está nas últimas. E foi por isso que eu vim, pra te levar comigo. Nem que seja pra você se despedir dele”, fala. Paloma se assusta. “Meu Deus, o Seu Alberto tá morrendo?”, pergunta. Nana faz que sim e começa a chorar. Logo a executiva conta que nunca foi religiosa, mas que uma frase que ouviu do padre a tocou. “Tudo isso vai muito além de acreditar ou não no nascimento de Jesus. Mas se trata de compaixão, da gente fazer o bem pelo próximo. Por amor”, fala.

PALOMA FAZ NANA CAIR EM PRANTOS: “SEU PAI TE AMA. O PROBLEMA QUE VOCÊS SÃO IGUIZINHOS. PARECEM DUAS TARTARUGAS. CASCUDAS POR FORA E MOLENGAS POR DENTRO”

Paloma fica abalada. Nisso, Ramon pede para conversar a sós com a amada. “Eu preciso ver o Seu Alberto, preto. E hoje pode ser a última vez... Eu vou com a Nana e tá decidido”, avisa. Já no banco do passageiro do carro de Nana, as duas param numa blitz. Enquanto não chega o agente, elas conversam. “Sorte nossa que, pela primeira vez em muito anos, eu não bebi uma gota nesse Natal”, conta a executiva. “Por quê? Promessa?”, que saber Paloma. “Não. Tenho andado meio enjoada. Além disso, eu não faço promessas. Sou totalmente cética”, afirma Nana. “Cética e cruel”, emenda a costureira.

Nana pergunta se ela vai começar a agredi-la. “Tudo bem. Faz o que você quiser”, diz. “Difícil esquecer o que você fez comigo. Mas o que importa agora é o Seu Alberto”, afirma a costureira. Sabe, Paloma, meu pai, meu irmão, todos eles acham que eu tenho ciúmes de você. Da sua ligação com meu pai”, comenta. “Você não precisa ter ciúmes”, fala Paloma. “Como não? Você é a Bela”, diz Nana.

A costureira diz que não entendeu. “Meu livro predileto sempre foi A Bela e a Fera. Eu achava que eu era a Bela que ia transformar a Fera do meu pai num príncipe. Mas quem fez isso foi você”, admite Nana. “Nunca achei que Seu Alberto fosse uma fera”, fala a costureira. “Sorte sua. Mas o que importa é que longe de você o meu pai está definhando... Você é mais importante que eu ao lado do dele nesse momento”, constata Nana, emocionada, quase chorando.

Paloma diz que realmente criou uma relação forte com Alberto. “Não sei se foi por causa do exame, ou se foi dessas coisas que tão escritas e que de repente acontecem. Destino, sei lá”, fala. “Eu não acredito em nada disso, mas eu faço qualquer coisa pelo meu pai... Apesar de, às vezes, eu achar que ele me odeia”, diz Nana. “Não fala besteira, criatura! Seu pai te ama. O problema é que vocês são assim ó, iguaizinhos. Parecem duas tartarugas. Cascudas por fora e molengas por dentro. Você tem essa pinta de executiva durona, mas aposto que, no fundo, é uma manteiga derretida”, constata Paloma.

Nessa hora, Nana cai em prantos. Paloma acha uma caixa de lenços de papel e oferece pra ela. Ao mesmo tempo, um agente da Lei Seca chega na janela do carro. “Moço, calma, tá tudo certo. É que a manteiga derreteu”, fala Paloma. E as duas seguem para a casa de Alberto.

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