Bom Sucesso: Nana chora no ombro de Mario após descobrir traição de Diogo

Executiva admite que a sua vida está horrível


  • 07 de novembro de 2019
Foto: Globo/Victor Pollak


Depois que Nana (Fabíula Nascimento) escorraça Diogo (Armando Babaioff) de sua sala após ele confessar tê-la traído com Jennifer (Nathalia Altenbernd), vendedora da loja de Eugênia (Helena Fernandes), a executiva cai em prantos.

Do lado de fora, o seu amigo fiel e sempre apaixonado Mario (Lúcio Mauro Filho) fica de olho em sua sala, mas é impedido de ir até lá por Vera (Angela Vieira). Mas num descuido da diretora, ele entra na sala de Nana.

Essa sequência deve ser exibida no dia 15 de novembro.

MARIO CONFORTA NANA: “TALVEZ A LIÇÃO QUE SEU PAI QUERIA TE ENSINAR, É QUE MESMO CRIANÇA VOCÊ JÁ ERA FORTE PRA VENCER QUALQUER MALDADE”

Sem graça, Mario entra na sala de Nana segurando um livro. Logo ela diz que não está bem e não é um bom momento. “É que eu achei uma edição antiga de João e Maria, pensei que a gente podia reeditar pros clássicos. A versão original, claro, dos Irmãos Grimm, que não é exatamente infantil...”, fala ele. “É cruel! Mesmo assim meu pai me deu pra ler quando eu era criança. Ele tinha mania de educar a gente pelos livros. Eu lembro que eu morri de medo”, diz ela.

Mario lembra que eles leram juntos. “Também fiquei sem dormir”, conta ele. “Devia ter entendido ali que a vida não é um conto de fadas. Vai ver que foi por isso que meu pai me deu pra ler”, constata ela. “Mas eu também lembro adorei a casinha de pão-de-ló e coberta de torta, com janelinhas de açúcar cândi. A gente até fez um piquenique fingindo que tava comendo a casa da bruxa”, fala ele.

Nisso, Nana diz que não está mesmo com cabeça pra pensar e editar nada. “Deixa aí, depois eu vejo isso”, fala. “Talvez a lição que seu pai queria te ensinar, é que mesmo criança você já era forte pra vencer qualquer coisa. Qualquer maldade. Da bruxa, do lobo mau ou de qualquer canalha que tentar te machucar”, fala ele.

NANA DESABAFA COM MARIO: “POR QUE EU TENHO SEMPRE QUE FINGIR QUE EU NÃO TÔ SOFRENDO?

Nesse momento, Nana desaba no choro. “Eu não sou forte, Mario, pelo contrário. Eu só pareço forte...”, diz. O editor se aproxima dela, cuidadoso e fala um poema. “Quando a dor encobre seu corpo/ Com a mortalha densa do pessimismo/ É tempo de encontrar o que emperra seu destino/ E desvendar o que o medo impede de brotar/ Lágrimas vão se esvair na neblina/ E o sol há de nascer pra brilhar”.

Nana diz que sua vida é horrível. “Eu não sou”, garante ela. “Não fala isso”, diz Mario. “Por que eu tenho sempre que fingir que eu não tô sofrendo, que meu pai não vai morrer, que meu casamento não tá acabando, que a minha filha não se ressente de eu ser péssima mãe?”, fala. “A Sofia te ama incondicionalmente. E ela não é a única”, lembra Mario. “Eu sei. Desculpa. Foi bom desabafar com você. Eu não tenho muitos amigos, sabe?”, admite ela.

Mario a conforta. “Você tem a mim, sempre que precisar”, diz ele. Mario se aproxima de Nana e lhe oferece um abraço. “Obrigada”, agradece a executiva, confortada no afetuoso abraço de Mario.

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