Bom Sucesso: Mario e Nana se beijam em piquenique

Editor faz a durona executiva relembrar momentos felizes do passado


  • 06 de setembro de 2019
Foto: Reprodução Globo


Aos poucos, com sua gentileza, Mario (Lucio Mauro Filho) está conquistando o coração da durona Nana (Fabíula Nascimento).

E para se reaproximar da executiva, ele prepara um piquenique, fazendo-a relembrar de uma fase leve e divertida da vida dela. E o resultado é... um beijo!

Essa sequência está prevista para ser exibida na semana que inicia no dia 9 de setembro.

MARIO CONFESSA “ARMAÇÃO” PARA NANA: “POR FAVOR, NÃO ME MATA! EU INVENTEI ISSO TUDO PRA TE TRAZER AQUI, PRO PASSADO”

Nana conversa com Marcos (Romulo Estrela) na editora, quando Mario entra, tímido. Ele conta que o youtuber Jesse Junior (Victor Lamoglia) vai fazer um piquenique para o cão Pepito e convidou Nana. Ela estranha. Nisso, Marcos deixa a sala. A executiva conta que não está com a menor vontade de ir. “Mas você adorava piqueniques! Você tá chateada comigo porque eu fui almoçar com a Silvana?”, questiona ele.

A empresária diz ter ficado incomodada. “Você continua se relacionando com uma mulher que quase faliu nossa editora. Você é o funcionário mais antigo da Prado Monteiro, devia ter outra postura!”, ressalta. “Pode ser. Mas como diretora financeira e dona da Prado Monteiro, você devia atender ao pedido do Jesse, nossa maior aposta comercial”, lembra ele. E Nana acaba considerando.

Mais tarde ela chega no parque trazendo um osso pra cachorro com uma fita de presente. Ela fica confusa ao não avistar festa alguma. Nessa hora, Mario aparece de trás de uma árvore. “Surpresa!”, diz. “Que palhaçada é essa, Mario? Cadê o Jesse Júnior e o Pepito?”, quer saber. E o editor acaba confessando a “armação”.  "Não tem festa de cachorro nenhum. A festa é só pra nós dois!”, afirma.

Nana fica furiosa. “Por favor, não me mata! Eu inventei isso tudo pra te trazer aqui, pro passado”, revela ele. “Você bebeu?”, diz ela. “Não! Mas eu achei isso!”, fala ele, ao mostrar pra Nana a toalha quadriculada, velhinha, cheia de manchas de comida. E ela se emociona. “Essa toalha...”, diz. “Foi do piquenique do seu aniversário de onze anos!”, conta ele.

NANA SE EMOCIONA: “OLHO PRA ESSA TOALHA DE PIQUENIQUE E LEMBRO DE MIM AOS 11 ANOS. FICO PENSANDO PORQUE AQUELA MENINA MUDOU TANTO”

Nana fica surpresa por ele ter guardado a toalha. “Eu guardo tudo que me lembra você. E, olha!”, fala Mario, já mostrando comidas dentro de uma cesta. “Tudo que tinha aquele dia. Cachorro-quente, pão de queijo...”, enumera ele, que confessa ter armado tudo para reparar a grosseria de ter ido almoçar com Silvana (Ingrid Guimarães). “Ah, vai, a gente tá aqui. Não tem ninguém vendo. Vai ser legal. Fica?”, pede ele.

Logo Nana pergunta. “Você trouxe bolo de laranja?”. Mario diz que sim. Os dois conversam enquanto comem, ela está adorando e se lambuzando. Mario olha enternecido. “Tava com fome... Que foi?”, pergunta Nana. “Molho de tomate. (ele aponta pra boca dela) Posso?”, pergunta ele, que limpa, carinhoso a boca dela. Nana admite que não gostou de ter sido enganada, mas que piquenique está uma delícia.

Mario admite que o golpe foi baixo, mas tinha que tentar. “Naquela editora você só me dá patada. Fica naquela postura de executiva durona. Desculpa, mas eu tinha que tirar minha velha e querida amiga de dentro daquela casca. Que nem aconteceu naquela noite no bar.... Você precisou passar mal, pra desarmar e deixar eu chegar perto”, lembra ele. Nana sente o golpe. “Como foi que eu entrei nessa casca, Mario?... Olho pra essa toalha de piquenique e lembro de mim aos 11 anos. Fico pensando porque aquela menina mudou tanto”, fala.

E ela continua sua reflexão. “Eu queria fazer Belas Artes, ser livre. Fiquei grávida do Jorginho e achei que ia viver da minha arte. Me imaginava amamentando a Sofia enquanto pintava”, fala. “Quase uma hippie pós moderna”, diz ele. “Aí o Marcos foi embora pra Búzios, eu assumi a editora, minha mãe morreu, meu pai ficou doente... E eu lá, segurando a barra. Hoje eu tô aqui me perguntando como seria se eu tivesse feito tudo diferente. Chutado o balde, que nem meu irmão”, diz.

Mario diz que ela nunca saberá. “Mas tenho certeza de que aquela menina ainda tá aí dentro”, diz ele. “Será?”, quer saber ela. “É só deixar ela aparecer”, fala Mario. “Me ajuda?”, pede ela. Logo os dois escutam trovões e começa a chover. Ele se protegem com a toalha e correm para debaixo de uma árvore. “Será que a gente devia ficar aqui? E se cair um raio?”, diz Nana. Um novo trovão assusta os dois. Eles se abraçam, se olham e se beijam.

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