Bom Sucesso: Clima esquenta entre Nana e Mario no elevador

Os dois por pouco não são flagrados sem roupa pelo vigia


  • 28 de setembro de 2019
Foto: Reprodução Globo


Por mais que Nana (Fabíula Nascimento) esnobe Mario (Lúcio Mauro Filho), no fundo ela é caidinha por ele.

E mais uma vez o clima ficará prá lá de quente o elevador da editora parar por queda de luz e eles ficarem ali sozinhos.

Essa sequência irá ao ar na semana que inicia no dia 30 de setembro.

MARIO PROPÕE À NANA: “A GENTE PODE APROVEITAR QUE TÁ PRESO AQUI PRA ENSAIAR SEU PEDIDO DE PERDÃO. FINGE QUE SOU SEU PAI”

Nana está fragilizada após Marcos (Romulo Estrela) provar que o vídeo que acusava Paloma (Grazi Massafera) de participação no assalto era falso. Agora terá que encarar o pai, Alberto (Antonio Fagundes), após chantageá-lo para demitir a costureira. “A gente pode aproveitar que tá preso aqui pra ensaiar seu pedido de perdão. Finge que eu sou seu pai”, fala Mario. “Isso é ridículo, Mario!”, diz ela.

O editor insiste. “Alberto Prado Monteiro, ao seu dispor”, fala. “O meu pai nunca tá à disposição de ninguém”, lembra ela. “Isso porque eu sempre trabalhei muito, pra levantar essa editora! Vendi enciclopédia de porta em porta! Construí esse império sozinho”, fala Mario, imitando o empresário. Nana cede e entra na brincadeira. “Eu sei, pai. Eu tava tentando ser igual a você. Resolvendo sozinha todos os problemas do mundo do seu jeito. Sem ouvir ninguém”, diz.

E a executiva continua falando. “Sendo esse super homem que você sempre foi. Mas meti os pés pelas mãos”, fala. “Pra que você quer ser igual a mim, Mariana? Eu estou morrendo e você tem a  vida toda pela frente. Se é para ser igual a mim, seja egoísta como eu fui. Cuide da sua vida, pra variar. Seja feliz”, diz Mario, na “pele” de Alberto.  “Chega! Eu não tô gostando dessa brincadeira”, avisa ela “Desculpa, mas o comandante vai ser duro”, lembra Mário. “Eu sei... Só me resta esperar que ele um dia me perdoe”, constata ela.

Nisso, Mario recita um poema. “Mariana... “Entulho nós temos aos montes/ Cacos, fios, conexões, pedras/ Espetos, ponteiras, grades, ferrugens/ Mágoas, culpas, medos, angustias/ Lembranças, arrependimentos, vaidades, desilusões/ Assim sendo, disque entulho/ Jogue tudo numa caçamba-canção e saia a flanar leve como um naco de isopor”.

NANA ANTES DE BEIJAR MÁRIO: “EU TÔ CANSADA DE TER QUE BANCAR A MULHER MARAVILHA, DE TENTAR ACERTAR E ACABAR FAZENDO TUDO ERRADO”

Nana se aproxima de Mário e o encara. “Eu tô ficando maluca ou seus poemas estão melhorando?”, diz. “É mais fácil gostar do poema quando se gosta do poeta”, fala ele. A executiva dá um abraço em Mário e eles se beijam. “Sabe o que isso aqui tá parecendo? Nossa bolha espaço/tempo. Só nós dois e mais nada”, diz o editor. “Mario... Ah, não! Você que armou isso tudo pra ficar sozinho comigo? De novo”, pergunta ela, desconfiada.

Ele jura que não. “Eu não sou tão competente assim. Mas eu já te disse que tô gostando de ficar preso nesse elevador com você. Por mim, a gente podia morar aqui”, fala ele, que se aproxima e fica mais perto de Nana. “Ali ia ser a cozinha, aqui a sala, o quarto. É pequeno, mas é bom que a gente se esbarra”, completa. “Eu ia adorar nunca mais ter que enfrentar o mundo lá fora”, diz ela. “Eu sei que você já tem muitos problemas e que, pra você, eu sou só mais um. Mas eu queria tanto poder te apoiar, ser mais que seu amigo, ficar do seu lado nos momentos difíceis”, fala ele.

Nana diz que tem seu marido para isso. “Mas ele não tá aqui agora, tá?”, lembra Mario. Nana faz que não. “Então. Pensa um pouco em você. Chega de ter que ser a empresária bem sucedida, a mulher durona que precisa cuidar de tudo. Comigo você pode ser só a Nana, minha Mariana mole”, fala. “Eu tô cansada mesmo... de ter que bancar a mulher maravilha. Cansada de tentar acertar e acabar fazendo tudo errado”, diz ela. “Quem sabe se você fizer uma coisa errada, a sua vida começa a dar certo?”, aposta ele.

Nana o encara. “Essa coisa errada é você?”, diz. Mário confirma. A lanterna dele desliga. “A bateria acabou”, diz. “Deve ser um sinal”, fala Nana, que o beija. No escuro, eles estão o maior amasso, clima quente. Nisso o novo segurança bate na porta. “Tem alguém preso aí?”, pergunta. “Se veste, rápido!”, fala Nana. A luz volta e os dois, meio constrangidos, pegam as roupas e se recompõem rapidamente.

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