A Força do Querer: Jeiza e Zeca se aproximam após a policial salvar a vida dele

Os dois acabam a noite juntos tomando chope


26 de setembro de 2020

Foto: Globo/Raquel Cunha

Com sede de vingança contra Ruy (Fiuk), após ver o rapaz fugir com Ritinha (Ísis Valverde) no dia do seu casamento, Zeca (Marco Pigossi) chega ao Rio decidido a procurar o rival. Vizinha do caminhoneiro e já sabendo da situação, , ao vê-lo sair de casa, Jeiza (Paolla Oliveira) decide segui-la. E não dá outra. Zeca vai até a empresa de Ruy e, ao vê-lo saindo, corre até ele e começa a esbofeteá-lo. Depois de levar vários socos, derrubado e desnorteado, ele reconhece Zeca. “Safado! Filho de uma égua!”, esbraveja ele, que pega o ricaço pela gola. Nisso, Amaro (Pedro Nercessian) corre para ajudar o amigo. E um segurança da empresa chega e agarra o caminhoneiro. “Larga de mim! Larga!”, grita. Amaro tenta levantar Ruy.

Num reação desconcertada de Zeca, o segurança empunha uma arma. Nesse momento, Jeiza aparece e o surpreende. Ela dá um golpe que desarma o homem e o derruba, pisando em cima do revólver. Logo, mostra a sua identificação. “Polícia!”, fala. Depois, todos estão ali com mais um grupo de seguranças. “Eu que tô errado? O cara agride o rapaz e eu que tô errado?”, pergunta o segurança. Jeiza o repreende. “Já fez seu papel segurando ele, não fez? Precisava puxar arma também? Arrego, amigo!”, diz ela. Zeca se intromete, “Covarde! Vem me encarar no braço, se tu és homem!”, diz. Jeiza reage ao ver o movimento dos outros seguranças, e arrasta Zeca para dentro da empresa.

Firme, ela dá um aviso a todos. “Ei! ninguém leva ele daqui não! Isso aqui não é delegacia! Ocorrência se resolve é na delegacia!”, afirma. Amaro diz que é o que devem fazer. “Tem que trancafiar esse idiota!”, fala, encarando Zeca. “Idiota és tu! quer levar também?”, rebate o caminhoneiro. Uma patrulha da PM passa e Amaro os chama. “Isso! Chama mesmo! Vão lá explicar pro delegado o porquê dessa agressão... A gente ainda não sabe, mas vai ficar sabendo hoje à noite quando a cara dos dois aparecer no jornal!”, lembra ela. Nisso, Ruy intervém. “Delegacia não! Não vou pra delegacia nenhuma!”, fala. No fim, ele dispensa os policiais dizendo que era tudo uma brincadeira.

ZECA AO SABER QUE JEIZA ESTÁ “TESTANDO”  CASAMENTO: “HOMEM MAIS ABESTALHADO ESSE TEU! ELE ACEITOU ISSO? MULHER BOTANDO ELE EM TESTE?”

Logo, Jeiza acompanha Zeca até uma farmácia. Ela aguarda, enquanto ele limpa o rosto diante de um espelhinho. “Deixa eu fazer... Eu tenho curso de primeiros socorros, Zeca!”, fala. “Égua, não tô precisando de socorro não!”, avisa ele. E ela lhe dá um sermão. “Cara... Cê tem noção do que podia ter acontecido contigo?”, diz. “Fiz o que um homem com vergonha na cara tinha de fazer!”, responde. Jeiza fala que um homem com vergonha na cara tinha era de tocar a vida pra frente e nunca mais querer nem ouvir falar dessa gente. “E quem disse que eu quero escutar falar deles?”, rebate o rapaz. A policia lembra que ele foi atrás do carinha. “Ôxi! perdi meu caminhão por causa daquele condenado!”, diz. Ela pergunta se foi só por causa do caminhão. “Pro resto não tô nem ligando! O resto foi até bom ele ter levado, mas o caminhão? Rá! Meu caminhão não perdoo não! Tinha que dar minha forra!”, fala.

Zeca fala que se o segurança não chegasse, ele quebrava Ruy todinho. “E levava um tiro também!... Não sei como é que as coisas funcionam lá em Parazinho, Zeca, mas aqui no Rio...”, fala ela. Zeca se incomoda. “O que é que tu estavas fazendo lá, hem? Tava me seguindo, é?”, Jeiza diz que sim. “Vi no teu olho o que tu ias fazer! Sou polícia, cara!”, diz. Eles saem da farmácia, e Jeiza sempre atrás dele. Logo, ele fala que não precisa de sombra. Mas ela avisa que o deixará na direção das barcas. “Por consideração a dona Nazaré!”, fala. Quando ele não vê mais a moça, entra num bar. Quando ele senta numa mesa, avista Jeiza, parada, do lado de fora. Zeca tenta fingir que não a vê, mas o olhar dos dois batem. Ele hesita, mas decide. “Quer sentar?”, convida.

Jeiza entra e pergunta o que ele pediu. O rapaz fala que não pediu nada ainda. “Pra mim um chope!”, diz ela, ao garçom. “Dois!”, fala ele. Nisso, o caminhoneiro a encara. “Tu és carne de pescoço, hem? Arriégua!”, fala. Jeiza ri. Os dois, então, engatam uma conversa. “Você gosta muito dela, não é?”, pergunta. “Da Ritinha? Quero mais que ela se lasque!”, garante ele. Mas Jeiza lembra que ninguém esquece ninguém de uma hora pra outra. “Pois eu esqueci... E não fica falando dessa caninana não... Me dá entojo até de escutar o nome dela! E tu? Tia Nazaré falou que tá casada?”, pergunta. “Casada não, Tô testando!”, conta. Zeca não entende. “Vôti! Homem mais abestalhado esse teu! Ele aceitou isso? Mulher botando ele em teste?”. Jeiza ri. “Zeca, cê é muito machão, Zeca! Arrego!”, fala ela, divertindo-se e mais próxima do birrento.

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