A Dona do Pedaço: Yohana dá fora em Téo após ele se declarar para Jô no tribunal

Fotógrafo admite que ainda não conseguiu esquecer a vilã


  • 08 de novembro de 2019
Foto: Reprodução Instagram


Apesar de quase ser morto por Josiane (Agatha Moreira), Téo (Rainer Cadete) surpreenderá a todos em seu depoimento no dia do julgamento da vilã.

Ele acusará Jô de tentativa de assassinato, mas deixará todos surpresas ao confessar que ainda a ama. Quem não vai gostar nada dessa história é Yohana (Monique Alfradique).

Essa sequência deve ser exibida no dia 11 de novembro.

TÉO NO TRIBUNAL: “A JÔ É UMA ASSASSINA FRIA. A JÔ MATA QUEM TÁ NO CAMINHO DELA! A JÔ TENTOU ME MATAR!”

No julgamento de Josiane, Téo será uma das testemunhas de acusação. Ele lembra o início do relacionamento até o fatídico dia no motel. “Eu achava que a Jô tinha mudado. Saí com ela, falei da foto e prometi não mostrar a ninguém”, conta. “Prometeu não mostrar?”, questiona o promotor. “Eu achei que ela tava apaixonada por mim. Que pelo amor tinha se transformado. Eu não ia mostrar a foto. Ia apagar. Fomos pra um motel, pra comemorar nossa união, nossa felicidade”, conta.

O promotor quer saber o que realmente aconteceu dentro da suíte. Téo diz que quando eles iam fazer amor, ela o atacou com um picador de gelo. “Me picou inteiro acreditou que eu tava morto, e estaria, se ela não tivesse acreditado nisso... ela me atacou... quando eu declarei amor. A Jô é uma assassina fria. A Jô mata quem tá no caminho dela! A Jô tentou me matar!”, fala ele.

Ele continua falando que ela o usou e depois tentou mata-lo. “Ele gostava mesmo da Josiane”, comenta Marlene (Suely Franco) numa das cadeiras. “Teria sido ótimo se ela casasse com o Téo... Eu pensava que os dois iam ficar juntos”, emenda Amadeu (Marcos Palmeira). Logo Tibério (Vandré Silveira), advogado de Jô, começa o seu interrogatório. “O senhor disse aqui que amava a ré”, fala ele. "Amava. Muito”, afirma o fotógrafo.

O advogado lembra de ele ter falado que Jô o usou como namorado de fachada. “Ela teve um caso com o Régis. Mas pra mãe não desconfiar, ela fingia que namorava”, conta. “Entendo. Todos nós já nos apaixonamos. E sabemos como é difícil amar e não ser correspondido... Você mesmo disse que mais tarde, quando descobriu que era namorado de fachada... queria se vingar”, afirma o defensor. “Eu queria me vingar sim. Ela me usou”, afirma Téo. Nisso, Tibério tenta confundi-lo afirmando que o nome da mulher que estava com ele era Letícia Magalhães, fala. 

YOHANA A TÉO: “QUE VOCÊ POSSA ENCONTRAR UM NOVO RUMO. E SE LIBERTE DA JOSIANE. ELA É TÓXICA”

Téo reafirma que era Jô. “Era a Josiane ou está mentindo para se vingar?... Não tem provas que fosse ela... Quem está cometendo um crime aqui é ele, o fotógrafo. Crime sim, por falsa acusação... Quer se vingar da maneira mais abominável”, fala o advogado. Téo diz que não. “Eu não queria dizer essas palavras. Ainda agora eu olho pra Jô e sinto uma imensa emoção. Eu ainda não consigo acreditar que tentou me matar, Jô. Eu... eu te amo”, declara-se ele.

A plateia cochicha, sem entender nada. Minutos depois, no corredor, Téo tem que encarar seu novo affaire Yohana. “Eu não acredito no que ouvi. Você disse que ama a Josiane”, fala ela. “Foi mais forte que eu”, conta. “Você é maluco, ela mentiu pra você, ela tentou te matar, mas você ainda ama a Josiane? Eu pensei que a gente tava se envolvendo. Eu fui ao hospital. Eu consegui segurança pra você, quando teve internado, porque tinha medo que a Jô te matasse e no entanto, eu sentia essa atração tão intensa eu fui atrás da Josiane...”, afirma ela.

Yohana lembra que só por conta de sua obrigação como policial. “Eu queria que você se livrasse dela. Você tinha a foto, a prova e ela ia querer te matar e eu não queria que nada acontecesse a você”, garante ela. Téo pede perdão à policial. “A gente não manda nos sentimentos, não é? Yohana, eu queria te amar, eu tentei, se você souber esperar...”, fala. Nessa hora, ela fica passada. “Esperar? Já vivi essa situação outras vezes. Téo, amor não se constrói com espera... Você tá muito ligado à Josiane ainda”, constata.

Téo fala que está mesmo precisando ficar um tempo sozinho. “Esse amor pra você é como uma doença. Tem que se livrar”, aconselha ela. Ele concorda. “Mas não sou eu que vou te curar. Eu também quero ser amada. Eu te desejo tudo de bom. Mas não vou ficar esperando, tentando...”, diz.  Nisso, Téo lhe pede um abraço. “De todo coração, eu espero que a vida te traga coisas boas. Que você possa encontrar um novo rumo. E se liberte da Josiane. Ela é tóxica”, fala a policial, que abraça carinhosamente o fotógrafo.

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