A Dona do Pedaço: Vivi sente que Chiclete queria atirar nela

Influencer confronta o rapaz, que sofre com dilema entre a palavra e o amor


  • 08 de julho de 2019
Foto: Reprodução Globo


As próximas semanas serão emocionantes e também assustadoras para o casal #Viclete. É que ao descobrir que a amada, Vivi Guedes (Paolla Oliveira), é a sua “encomenda”, ele vive um grande dilema.

Ao mesmo tempo em que diz para si que não tem coragem de matar o seu amor, ele não pode deixar de cumprir a palavra de homem da família Ramirez.

Essa sequência irá ao ar a partir da semana do dia 22 de julho.

CHICLETE À EVELINA: “MEU CORAÇÃO SOFRE. HOJE EU IA ACABAR COM A VIVI, LEVEI PRA UM PARQUE... PEGUEI O REVÓLVER, MAS OLHEI PARA O ROSTO DELA. HESITEI”

Depois de levar Vivi a um parque, à tardinha, com a intenção de cumprir o “serviço”, ele hesita em atirar, até que chega um segurança. Muito abalado, ele pensa nas noites de amor com Vivi. E logo acaba contando sobre o  dilema para Evelina (Nívea Maria). “Tia, eu vou botar pra fora senão fico doido. Eu descobri que a mulher que eu amo... Ela é a mulher que eu tenho que matar. A encomenda”, conta, arrasado.

Evelina sente a angústia dele, mas é firme. “Chiclete, eu não gosto de dar palpite. Mas os homens de nossa família têm palavra”, diz. “Eu sei. Eu sei que devo cumprir a palavra”, fala. “Pra todos nós, a honra tá acima do amor”, lembra ela. “Mas meu coração sofre, tia. Sofre. Hoje eu ia acabar com a Vivi, levei pra um parque... Peguei o revólver pra matar, mas olhei pro rosto dela. Hesitei”, conta. Mas logo ele diz que cumprirá o prometido.

No outro dia, ele vai até o estúdio de Vivi. E quando todos saem, ele vê a influencer chamá-lo para ficarem sozinhos no estúdio. “Fecha a porta. Assim a gente aproveita. Eu acho esse espaço sexy. Não acha sexy?”, diz ela. “Muito sexy”, concorda ele. Enquanto Vivi vai até o camarim tirar a maquiagem, Chiclete entra com o revólver. Virgínia vira-se e se surpreende. “Chiclete? Por que tá com um revólver?”, que saber ela, assustada.

Ele fica em silêncio. “Não me respondeu, Chiclete. Por que tá com um revólver?”, insiste ela. “Vivi...”, vai falar ele, até que se ouve batidas na porta. “Ah, meu Deus, a porta”, fala ela, que sai. Nisso, eles ouvem a voz de Téo (Rainer Cadete) e Josiane (Agatha Moreira). “Guarda essa arma, Chiclete. Achou que era assaltante?”, pergunta ela. “Ouvi um barulho”, afirma ele.

VIVI CONFRONTA CHICLETE: “CÊ TAVA COM O REVÓLVER NA MÃO, QUANDO FOI FALAR COMIGO. EU TIVE UMA SENSAÇÃO...”

Ainda assustada, Vivi pede carona a Téo. E dá uma desculpa a Chiclete, dizendo que está com dor de cabeça. No carro, ela comenta com o fotógrafo o ocorrido. “Mas não tem sentido. O Chiclete é motorista da Jô, parente dela...”, diz Téo. “Mais que isso. O Chiclete é o amor da minha vida”, afirma Vivi. Téo conta que muita gente anda armada hoje. “Mesmo assim, não explica ele tirar o revólver. A gente tava sozinho no estúdio”, ressalta ela.

Téo a aconselha a conversar com Chiclete. “Cê não pode ter medo do homem que ama. Tá com medo, não tá?”, pergunta ele. “Tou... Mas que bom que conversou comigo. Agora já me sinto melhor. Ele vai ter que me explicar o que aconteceu”, diz ela. Já em seu quarto na casa de Maria da Paz (Juliana Paes), Chiclete sofre. “Eu amo a Vivi. Mas tenho que entregar a encomenda. Eu dei minha palavra”, fala, segurando sua arma.

No outro dia, Virgínia confronta o justiceiro. “Não entendi sua pergunta”, fala ele. “Cê tava com o revólver na mão, quando foi falar comigo. Eu tive uma sensação... explica, por que tava com o revólver”, quer saber ela. “Eu sempre ando com ele. É normal”, minimiza o rapaz. “Sim, eu sei que muita gente gosta de andar armada... Mesmo assim, por que tirou o revólver quando a gente tava sozinho?”, questiona ela. “Eu...”, tenta falar ele. “Pensou que podia ser assalto?”, pergunta ela. “É... foi isso”, confirma.

Virginia diz ter ficado aliviada. “Por um momento tive a sensação que podia atirar em mim. Não responde, pelo amor de Deus, não quero te magoar. Tá tudo bem. Nem vou brigar porque anda com revólver. Me sinto até mais protegida”, fala ela. “Pois é, mais protegida”, concorda ele. Os dois se encaram, e ele desvia o olhar. Ao chegar em casa, Chiclete fala para si. “Não tenho coragem... Tenho que ter coragem”, diz, ao pegar a arma.

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