A Dona do Pedaço: Maria expulsa Chiclete de casa após descoberta

Justiceiro diz que se a boleira falar do assunto com Vivi, ele tira a vida de Josiane


  • 10 de julho de 2019
Foto: Reprodução Globo


O amor que sente por Vivi (Paolla Oliveira) fará Chiclete (Sérgio Guizé) viver um dilema entre a palavra e o amor. Mas além de ter que cumprir a missão de matá-la, os dias do justiceiro ficarão ainda mais complicados.

É que após ser procurada por Beatriz (Natália do Vale), mãe da influencer, para saber informações do passado de Chiclete, Maria da Paz (Juliana Paes) confronta o rapaz sobre sua “missão” e o expulsa de sua casa.

Essa sequência irá ao ar no capítulo do dia 25 de julho.

MARIA DA PAZ FURIOSA COM CHICLETE: “CÊ ENGANOU A VIVI. TÁ NAMORANDO COM ELA PRA MONTAR TOCAIA E MATAR”

Assim que chega em casa, Maria chama Chiclete para uma conversa séria. E conta que foi procurada por Beatriz. “Ela tava assustada porque cê tava sozinho com a Vivi e pimba. De repente, tava de revólver na mão”, fala. Chiclete e Evelina (Nívea Maria) se olham. “Tô vendo esse olhar de vocês dois. Chiclete, por que tava de revólver na mão?”, pergunta. "Me dá uma resposta. Mas me dá uma resposta que eu goste, por que senão, nem sei o que vou fazer”, ameaça ela.

O rapaz desconversa. “Eu conheço bem a tradição da nossa família. Só que pensei que tinha acabado. Mas não acabou, não é?”, constata. “Cê não tem nada a ver com isso. É coisa minha”, avisa Chiclete. Evelina intervém. “Maria da Paz, ele só tá fazendo o trabalho dele. O trabalho que nossa família sempre fez”, diz. “Mãe, ainda tem coragem de dizer isso na minha cara? O trabalho dele, é? Eu sou uma empresária, eu tenho minha vida. Tenho ficha limpa. Nunca paguei uma conta atrasada. E agora tou com um pistoleiro dentro de casa”, fala Maria.

Chiclete a corrige. “Pistoleiro não. Eu só faço justiça”, fala. “Justiça paga é justiça? Tem a lei pra prender criminoso. Diz logo, embora eu já saiba. É a Vivi. A Vivi, que cê tá namorando, que cê vai matar?”, indaga ela. Chiclete diz que não irá responder. “Deus do céu, por que alguém ia encomendar a alma da Vivi? Eu até acho que ela tem o nariz em pé, mas daí a tirar a vida dela. Nunca. Nunca. Chiclete, cê enganou a Vivi. Tá namorando com ela pra montar tocaia e matar”, fala. “Eu amo a Vivi. Amo”, ressalta.

A boleira não consegue entender. “Que amor é esse?”, diz.  “Eu dei minha palavra. A palavra de um homem tá acima de tudo”, diz ele. Maria diz que o proíbe e que vai falar com Adão (César Ferrario). Já ao telefone, conversa com o primo. “Eu descobri tudo, Adão. Descobri que mandou o Chiclete aqui pra entregar uma encomenda”, fala, furiosa. “Normal. Um homem veio aqui, fez a encomenda. Era aí em São Paulo. A sua mãe aproveitou que o Chiclete ia viajar pra ir com ele”, explica. “Ah, como eu sou burra. Eu pensei que ele tinha vindo acompanhar minha mãe. Adão, eu tenho um nome, sou respeitada. Ficha limpa, sabe? Não posso admitir um crime”, diz.

CHICLETE APÓS SER EXPULSO DE CASA POR MARIA: “SÓ AVISA ELA PRA NÃO CONTAR TUDO PRA VIVI. SENÃO, SE EU FOR PRA CADEIA, EU MATO A FILHA DELA, A JOSIANE”

Adão a corrige. “Mas não é crime. É justiça”, diz. “Justiça feita com as próprias mãos?”, questiona Maria. Adão conta que eles já receberam os cinquenta por cento de adiantamento. “Não tem como voltar atrás”, avisa. “Desiste! Eu já sei quem é a encomenda, é uma moça, amiga da minha filha, tão bonita, não pode ser. Não pode ser”, fala ela. Adão diz que agora o serviço precisa ser entregue. “Seu negócio é aí, não na minha casa. Adão, tou muito ofendida com vocês”, ressalta Maria.

Nisso Adão diz que ela mudou muito. “Não tem o mesmo sangue que nós?”, fala ele. “Esse sangue eu não tenho não. Eu sou Paz, Paz, entendeu? Faz favor, a gente não se procura mais”, diz ela. “Se eu tivesse aí te dava uns trancos pra aprender a não falar assim com um macho de verdade”, ameaça ele. “Se você tivesse aqui eu te botava na cadeia!”, rebate ela, que desliga o telefone. Já diante de Chiclete, Maria diz que ele precisa desistir do serviço. “E você tá namorando com ela. E seu sentimento, Chiclete? Seu sentimento?”, quer saber ela. Chiclete diz que ama Vivi. “Desiste. Cê tá aqui no meu apartamento. Te dou abrigo.O amor não fala mais alto?”, quer saber ela.

Evelina diz que se ele não cumprir o serviço, Adão se volta contra o próprio Chiclete. “Disso também não tenho medo”, avisa o rapaz. “Filha, esse é o mundo de onde você veio. Esquece e deixa o Chiclete tranquilo”, pede Evelina. “Eu não vou esquecer. Não admito”, fala a boleira. Maria pega um maço de dinheiro e diz a Chiclete para devolver ao “cliente”. “Deixa a Vivi viva. Ela nem precisa saber que eu salvei a vida dela. Fica entre nós. Vai atrás do mandante e devolve. E já leva sua mala. Não quero mais você aqui. Deixa o carro”, pede.

Chiclete pega a grana e deixa a chave do carro na mesa. “Volta ainda hoje pra sua terra e se entende com o Adão. Pelo amor que tem pela Vivi, não mata! Vou me trocar. Quando eu sair do quarto, não quero mais você no meu apartamento”, fala. Ao arrumar suas coisas Chiclete diz que Maria tá doida. “Eu dei minha palavra, vou cumprir... Mesmo amando. Dói. Dói muito... Mas um homem não volta atrás. Só avisa à Maria da Paz pra não contar tudo pra Vivi. Senão, se eu for parar na cadeia por causa da Maria da Paz, eu mato a filha dela. A Josiane”, ameaça ele.

Evelina o repreende. “Não pode fazer isso, é minha neta. Eu já disse, Chiclete, guerra dentro da família não permito”, fala. “Bobagem. Avisa que se ela contar pra Vivi tem a revanche”, insiste ele.

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