A Dona do Pedaço: Maria da Paz tem recaída e beija Amadeu

Boleira procura o ex para ajudá-la a resolver questão de Chiclete com Vivi


  • 12 de julho de 2019
Foto: Reprodução Globo


Mesmo casada com o pilantra do Régis (Reynaldo Gianecchini), mas ainda sem saber das armações dele com Josiane (Agatha Moreira), é Amadeu (Marco Palmeira) quem ela procura em momentos complicados.

Nervosa ao descobrir que Chiclete (Sérgio Guizé) tem a missão de matar Vivi Guedes (Paolla Oliveira), mesmo apaixonado por ela, a boleira pede conselho ao seu grande amor.

Essa sequência irá ao ar no dia 26 de julho.

AMADEU AO SABER QUE CHICLETE É JUSTICEIRO: “NÓS QUEBRAMOS A TRADIÇÃO. NÓS SOMOS DIFERENTES. MAS ELES AINDA ANDAM POR AÍ”

Amadeu entra na sala de Maria da Paz na confeitaria principal. “Que houve, Maria da Paz?”, diz ele. “Amadeu, eu hoje descobri que o Chiclete, meu primo, é justiceiro. Ele veio aqui pra entregar uma encomenda. Uma alma”, conta. “Maria da Paz, uma vez cê me acusou de defender meu sobrinho Rael que atirou contra você. Agora reconhece que foi injusta?”, diz ele. “É, se eu não sabia do meu primo, por que cê tinha que saber do seu sobrinho?”, concorda ela.

Amadeu lembra que as famílias viveram do sangue geração após geração. “Nós quebramos a tradição. Nós somos diferentes. Mas eles ainda andam por aí. Como você descobriu?”, quer saber ele. “Ele tá namorando uma moça, que por coincidência é sócia de estúdio da Josiane”, explica. “A Vivi Guedes. Eu vi quando eles saíram da igreja juntos, no casamento que acabou não acontecendo”, fala Amadeu.

Maria conta que a mãe dela a procurou. “Ela estranhou, porque a Vivi disse que o Chiclete tava de arma em punho perto dela... Quando a Beatriz falou comigo, caiu a ficha”, diz a boleira. “Que você fez, Maria da Paz?”, pergunta ele. “Eu botei ele pra fora de casa”, conta. “Fez bem”, fala Amadeu, que logo diz que o seu sobrinho Rael (Rafael Queiroz) está agora trabalhando. Já Maria lembra que Chiclete não tomou o rumo certo. “E ele ama a Vivi”, revela ela.

Amadeu se surpreende. “Mas se ama essa moça, como vai atirar?”, pergunta. “É essa sina de sangue que sempre nos perseguiu. Ele ama, mas tem a palavra dada. Não quer voltar atrás. Por que, Amadeu? Por que a gente tem que viver essa vida cheia de ódio, de tiros?”, indaga ela. “Foi um tiro que nos separou”, lembra Amadeu.

MARIA APÓS BEIJO: “AMADEU, ISSO NÃO PODIA TER ACONTECIDO... EU FIQUEI CARENTE, APAVORADA. MAS TOU CASADA”

Maria se emociona. “Por causa de um tiro nossa vida mudou completamente. Cê é um Matheus, eu sou uma Ramirez. E por isso fomos proibidos de amar. Agora que eu descobri tudo do Chiclete, tudo voltou à tona, sabe, borbulhou no meu coração. Eu voltei praqueles dias, eu ouço o eco dos tiros. Amadeu, por que nossas famílias são assim?”, diz ela. “Eles são marcados pelo sangue, Maria da Paz. Esse sangue recaiu sobre nossas vidas”, diz ele.

A boleira lembra que é por causa de pessoas como o Chiclete que eles tiveram que se separar. “Dói tanto saber que tudo continua igual, que isso não vai acabar”, fala. “Acabou, Maria da Paz, de nossa parte acabou”, diz o advogado. “Se acabou, por que não tamos juntos? Por quê?”, quer saber ela. “Estamos juntos para a vida toda, Maria da Paz. Para a vida toda”, garante ele. E os dois se beijam intensamente.

Assim que se dá conta do que está fazendo, Maria afasta o amado. “Amadeu, isso não podia ter acontecido. Eu fiz mal, fui eu que beijei primeiro”, confessa. “Fui eu que beijei, Maria da Paz. Toda essa conversa, as recordações, fizeram me lembrar o que nunca acabou. Nosso amor”, tenta justificar ele. “Não, Amadeu, não, eu fiquei carente, apavorada. Mas tou casada”, lembra ela. “Você não ama o Régis, Maria da Paz”, diz ele.

A boleira então fala que está gostando de Régis. “Pode não ser aquela paixão, que a gente teve entre nós. Mas tou mais madura, eu gosto muito dele sim”, afirma. “Eu também gosto muito da minha mulher. Devo muito a ela. E ela não está bem”, conta ele. “É osso. Eu me sinto até mal por ter te beijado”, garante ela. “Não se sinta. Aconteceu. Foi um impulso. Maria da Paz, o que a gente tem entre nós nunca vai acabar”, ressalta ele.

Os dois se olham. “Nunca, Amadeu. Mas é melhor eu ir embora”, fala ela. “Eu vou embora. Mas antes tenho que te dar um conselho. Avisa essa moça. A Vivi. Previne”, pede ele. “Eu sei, tenho que falar com ela. Avisar”, diz ela. “Faz isso, Maria da Paz. Para não carregar essa morte na consciência”, fala o advogado. “Eu vou avisar. Brigada, Amadeu. Por me ouvir, só você pode entender essa herança que a gente tem”, constata ela. “Conta comigo, Maria da Paz. Sempre”, fala ele. “Sempre, Amadeu. Sempre”, diz ela.

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