A Dona do Pedaço: Maria dá a volta por cima e abre nova confeitaria

Saiba quem será o doador misterioso que ajudará a boleira a se reerguer


  • 16 de agosto de 2019
Foto: Globo/Victor Pollak


Para Maria da Paz (Juliana Paes) não tem tempo ruim. Após ser roubada pela própria filha, Josiane (Agatha Moreira), perder a casa e a fábrica, ela dará a volta por cima.

E tudo graças a um doador misterioso, que será representado por Téo (Rainer Cadete). Assim, com um empréstimo, Maria deve deixar de vender bolo na rua e abrir uma confeitaria no mesmo espaço minúsculo onde funcionou a primeira Bolos da Paz.

Essa sequência irá ao ar no dia 6 de setembro

TÉO SUPREENDE MARIA DA PAZ: “QUER DEIXAR DE VENDER BOLOS NA RUA? QUER MONTAR UMA CONFEITARIA?”

Marlene (Suely Franco) abre a porta e entra Téo. “Maria da Paz, eu preciso falar com você”, diz o fotógrafo. Marlene deixa os dois a sós. “Que foi, Téo?”, quer saber a boleira. “Maria da Paz, quer deixar de vender bolos na rua? Quer montar uma confeitaria?”, pergunta ele. Maria fica surpresa. “Eu não entendi, Téo... Como assim, montar uma confeitaria?”, diz ela. “Eu tava pensando, tenho um dinheiro guardado, não é uma fortuna, mas eu posso arrumar pra você montar uma confeitaria”, fala ele.

Maria acha a conversa estranha. “Vai me arrumar dinheiro por quê?”, quer saber ela. “Eu acompanhei tudo... Vi o que a Jô fez com você...”, desconversa o rapaz. “Cê disse que vai me ajudar a botar a Josiane nos trilhos”, lembra Maria. “Vou, mas uma coisa é independente da outra. Eu não gosto de ver você vendendo bolo na rua”, diz ele. “Eu não tenho medo de trabalho não”, fala Maria. “Mas se montar uma pequena confeitaria ganha mais”, ressalta Téo. “É, mas eu vou recuperar minha fábrica”, garante a boleira.

Téo diz que torce muito para que ela recupere a empresa. “Mas até lá, se tiver uma confeitaria vai ser bom. Mais tarde, se recuperar a fábrica e as outras confeitarias, essa vai ser uma a mais...”, fala ele. “Esse dinheiro que cê diz... é emprestado?”, quer saber ela. “Pode considerar um empréstimo”, garante o fotógrafo.

RÉGIS A TÉO: “EU VOU ME SENTIR ALIVIADO QUANDO ELA PARAR DE VENDER BOLO NA RUA. VOU ME SENTIR MELHOR”

Maria hesita. “Ah, eu não sei... Já me quebrei toda por causa dos empréstimos”, fala. “Paga quando puder. É um empréstimo sem papel”, afirma ele. “Sabe que quando a esmola é muita o santo desconfia? É osso... Téo, cê é homem... Não vai dizer que tem interesse em mim? Nós somos amigos”, diz Maria. Ele nega e diz ainda gostar de Jô. “Ah... agora entendi. Cê tem amor de genro por mim... de possível genro”, diz. “É. Aceita, Maria da Paz... Vai ser bom pra você”, fala ele.

A boleira pensa e dá a sua resposta. “Aceito. Mas não tem treta nenhuma nessa história, tem? O dinheiro é mesmo seu?”, quer saber ela. “É meu. Eu garanto...”, afirma. “É que o Régis veio com a mesma conversa...”, conta ela. “Eu não me dou com o Régis”, fala Téo. “Isso eu sei, que você e ele não se bicam. É que uma coisa logo depois da outra, fico desconfiada”, diz ela. “Não fique. É de coração”, garante ele. “Vou aceitar”. Nisso, o fotógrafo abre o maior sorrisão.

Momentos depois, Téo chega no flat de Régis (Reynaldo Gianecchini), ele mesmo, que ajudou Jô a dar o golpe em Maria. Mas agora ele está apaixonado por ela. “Falei com a Maria da Paz. Ela aceitou”, conta Téo. “Que bom, pelo menos vai montar uma confeitaria pequena, vai deixar de vender bolo na rua”, diz Régis. “Mas ela ficou desconfiada que podia ser coisa sua”, conta Téo. “Mas ela se convenceu que não é?”, pergunta. “Eu garanti que você não tem nada a ver com isso. Agora deposita o dinheiro na minha conta que eu repasso pra ela”, pede o fotógrafo.

Régis se mostra satisfeito. “Muito bom. Eu vou me sentir aliviado quando ela parar de vender bolo na rua. Vou me sentir melhor”, diz ele.

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