A Dona do Pedaço: Josiane fica nas mãos de outro pilantra

Veja quem começará a chantagear a vilã


  • 30 de julho de 2019
Foto: Globo/Victor Pollak


 

O dia de Josiane (Agatha Moreira) pagar pelas vilanias deve demorar ainda um pouco a chegar. Enquanto isso, a ela está se achando após expulsar a própria mãe, Maria da Paz (Juliana Paes), de casa e da fábrica.

Mas a mau-caráter não esperava que seria cobrada, em tão pouco tempo, por um serviço sujo.

Essa sequência irá ao ar no dia 22 de agosto.

RAEL AMEAÇA A VILÃ: “CONTO PRA DEUS E O MUNDO QUE CÊ ARMOU AQUELE INCÊNDIO. ME DÁ A METADE. OU VAI PRA CADEIA”

Jô chega em sua mansão nervosa por ter sido impedida de falar com Régis (Reynaldo Gianecchini) no hospital. Mas logo é surpreendida por uma visita inesperada: Rael (Rafael Queiroz). A jovem lhe oferece um café, mas ele pede uísque. “Vem cá, não tá se sentindo muito à vontade?”, diz ela. “Olha pra mim, Josiane. Eu sou um sujeito que não tem nada a perder, vivo de bico. E um desses bicos foi fazer um incêndio pra você”, lembra ele.

Logo Josiane fala que ele incendiou parte da fábrica a pedido dela por serem parentes. “Também te dei uma grana pra isso”, fala ela. “Uma graninnha. Cê conseguiu muita coisa. Já falei com o Amadeu, seu pai... Cê conseguiu essa mansão, a fábrica... Aquele foguinho foi importante pra cê conseguir tudo isso, não foi?”, diz ele.

Nisso, Rael avisa. “Eu quero minha parte, Josiane”, fala. “Sua parte?”, surpreende-se ela. “Quero metade do que conseguiu. Metade. Já disse que não tenho nada a perder. Quer que eu abra a boca? Conto pra Deus e o mundo que cê armou aquele incêndio. Foi a mandante. Me dá a metade. Ou vai pra cadeia”, ameaça ele.

 

RAEL À JOSIANE: “EU NÃO ME IMPORTO DE MATAR, SE FOR PRECISO. CÊ TAMBÉM NÃO, NÃO É?”

Jô acha que o “primo” está de brincadeira. “Se me denunciar, se falar que provocou o incêndio, vai pra cadeia”, diz ela. “Quem sou eu? Minha família toda morreu quando eu era novo, sobrou minha avó que já se foi. E o Amadeu, teu pai, que não concorda com minhas ideias. Eu não sou nada. Pago o preço. Deixa eu fazer a denúncia. Vou preso mas você vai também. Só que cê tem muito a perder, não é?”, fala ele.

A vilã tenta desconversar, diz que não tem esse dinheiro, e que a mansão é cara de manter. Mas ele fala que não quer saber. “Vende isso aqui se for preciso”, diz, referindo-se à mansão. “Não! É minha casa!”, fala ela. “Se toca, Josiane. Cê pode precisar de mim outras vezes... Eu não me importo em matar, se for preciso. Cê também não, não é?”, fala ele, sabendo que a prima não mede esforços para ter o que deseja.

Josiane pergunta do que ele está falando. “Tá nos seus olhos. Se é mesmo filha da Maria da Paz com o Amadeu, tem o sangue de uma Matheus”, ressalta ele. “Eu sou filha dos dois sim”, diz. “Mesmo que não fosse, tem os olhos iguais aos meus. Melhor ser minha amiga. Se precisar de mim, tou às ordens. Eu sei que vai precisar... Volto quando pra pegar a grana?”, pergunta ele. Ameaçada, ela diz que liga para ele. “Não demora muito...”, pede Rael, que vira o uísque e sai, deixando a megera intimidada.  

 

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