Segundo Sol: Laureta ordena que Karola atire em Remy

Foragida da polícia, cafetina mantém os dois como reféns


  • 11 de outubro de 2018
Foto: Reprodução Globo


A reta final de Segundo Sol promete muito bafo, tiro e correria. Principalmente no acerto de contas do trio de vilões Laureta (Adriana Esteves), Karola (Deborah Secco) e Remy (Vladimir Brichta).

Tudo dá errado quando a doida Dulce (Renata Sorrah), mãe de Laureta queima toda a grana que a cafetina tinha guardado. E como perderam a refém de ouro, Rosa (Letícia Colin), salva por Ícaro (Chay Suede) e Valentim (Danilo Mesquita), e a polícia descobriu o esconderijo deles, o jeito foi fugir.

Segundo Sol: Ícaro chama Valentim para ser padrinho de seu filho

Segundo Sol: Ícaro e Valentim se unem e salvam Rosa da morte

LAURETA MANTÉM KAROLA E REMY COMO REFÉNS NA CASA DE JUAREZ

Após roubarem um carro, Laureta leva os comparsas para o apartamento do bandido Juarez (Tuca Andrada). “Decididamente, eu não vou ficar! E você, Karola?”, diz Remy. “Eu também não fico nesse cafofo! A gente tem algum dinheiro, a gente pode ir prum outro lugar! Prum hotelzinho”, fala a perua.

A cafetina os repreende. “Que lugar, Karola? Acorda! Eu não posso aparecer em público, variou?”, diz ela. “Então você fica com seu amigo e nós vamos!”, decide Karola. Mas Laureta insiste que a esta altura a polícia está atrás dos três. “Eu não vou ficar aqui”, diz Remy, também decidido.

Nisso, Laureta respira fundo, vai até a bolsa e tira sua arma. Logo aponta para Remy e Karola, alternadamente. “Abaixe essa arma! Tá maluca?”, fala Karola. “Eu não queria ter que chegar a esses termos, mas vocês não me deixam outra opção! Entra, Remy! Entra, Karola, vai! Ou eu mato vocês dois aqui na porta de Juarez, eu juro que mato!”, avisa a megera.

Nesse momento, os dois são obrigados a entrar no apartamento. Depois, eles lancham todos juntos. E Remy fica de olho na arma que Laureta porta nas costas, no cós da calça jeans. Ele age rápido, dá um safanão em Laureta e pega a arma. “Baixa essa arma, Remy!”, ordena Karola. “Eu quero ir embora daqui com Karola. Chega! Abre a porta pra nós, Juarez! Vai, tô mandando!”, diz ele.

Mas Remy está decidido e continua ameaçando a cafetina. “Acabou pra você, Laureta. Você tá sendo procurada pela polícia, é uma foragida”, diz ele. “E você é o que, rapaz? Você é um morto-vivo, um criminoso que forjou a própria morte”, fala ela. Os dois iniciam uma discussão. “Você vai ter coragem de fazer isso com a sua própria irmã?”, fala ela. “Minha própria irmã tava apontando uma arma pra mim agorinha mesmo!”, diz ele.

COM UMA ARMA APONTADA PARA KAROLA, LAURETA ORDENA QUE ELA ATIRE EM REMY

Nisso, Laureta vai se aproximando de Remy, que não tem coragem de atirar. Ela tira a arma dele, e Juarez o imobiliza. Karola e Remy são trancados no quarto. “Você acha que ela vai nos matar, é isso?”, pergunta a perua. “A gente tem que vazar daqui logo, babycat!”, diz Remy. “Como eu fui imbecil, meu Deus, que ódio! Confiei minha vida inteira nas mãos de uma assassina, uma maluca”, constata Karola.

Naquele momento, Remy começa a juntar vários lençóis e roupas do armário. Só que nesse instante, a polícia já está chegando, após informações de que Laureta, Remy e Karola estão naquele conjunto habitacional. Beto (Emílio Dantas) acompanha a busca com o irmão Ionan (Armando Babaioff).

Remy coloca fogo nas roupas. “Seus idiotas! Olha a merda que vocês fizeram! Juarez, segura ele, amarra Remy!”, pede Laureta. Karola e Remy não conseguem sair e são amarrados por Juarez. Assustados, eles vão andando para fora a mando de Laureta. Logo, Karola vê uma pá. “Pra que essa pá, Lau?”, quer saber ela. “Andando, sem olhar pra trás! Os dois, agora!”, ordena a cafetina.

Em certo momento, ela para com ele, já fora do prédio. “Começa a cavar. Bem fundo”, pede ela a Remy. “Pra quê isso?”, indaga ele. “Sua cova. Vai, sete palmos”, diz ela. “Laureta, eu não tô acreditando”, fala ele, chocado. “Até ontem eu era seu irmão, nós éramos uma família”, fala ele. “Pois é, mas infelizmente eu não sou uma moça de família. E você descobriu isso muito tarde”, afirma ela.

Quando ele acaba de cavar, acha que tudo era uma brincadeira. “Minha própria irmã não vai ter coragem de me matar”, constata ele. “Claro que não, Remy!”, diz Laureta. “Graças a Deus! Obrigada, Senhor! Obrigada, Lau!”, diz Karola. “Você me pegou...”, fala Remy, rindo. “Quem vai matar Remy é você, Karola!”, ordena a cafetina. “O quê?”, se choca a perua. Laureta desamarra Karola, dá uma arma para ela, apontando uma segunda arma para Karola.

Karola fecha os olhos, tentando ter coragem, tremendo. Quando o dedo da perua encosta no gatilho, ela suando, ouve a voz de Beto, que chega ali. “Não atira, Karola”, pede ele.



Veja Também