Orgulho e Paixão: Julieta se abre sobre passado com Camilo

Mãe e filho finalmente selam a paz entre risos e lágrimas


  • 25 de agosto de 2018
Foto: Reprodução Globo


Nesta reta final, Orgulho e Paixão promete ainda mais emoções. Uma delas está na sequência da reconciliação definitiva de Camilo (Maurício Destri) com sua mãe, Julieta (Gabriela Duarte), que deve ir ao ar na primeira semana de setembro.

Após descobrir que nasceu fruto de um estupro, e de toda a dor que isso causou para sempre na vida da mãe, faltava ainda uma conversa de definitiva entre os dois sobre o assunto. E caberá à Rainha do Café procurar o filho na Fazendo Ouro Verde. “Nós já choramos hoje tudo que podíamos. É hora de finalmente falarmos”, diz ela.

Camilo fala que a mãe está certa. “Tem razão... Então começa me perdoando”, pede ele. “Não. Se alguém tem que pedir perdão, sou eu... Por ter escondido nossa história de você todos esses anos. Mas também como dizer pra pessoa mais preciosa de minha vida que ela é fruto de uma violência?”, pontua ela.

Chorando, Camilo diz o quanto essa notícia o abalou. “É a pior sensação com a qual já me deparei. Me sinto impuro, sujo, indesejado. Uma aberração, mãe!”, afirma. “Não, não diga isso, por favor!”, pede Julieta.

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JULIETA: “VOCÊ NÃO TEM CULPA DE NADA. É UM ANJO QUE A VIDA BOTOU EM MEU CAMINHO”

Durante a conversa, Camilo diz que agora sabe porque a mãe mal o tocava quando era criança. “A senhora olhava pra mim e via meu pai, não era isso?", pergunta o jovem. “Nunca mais repita isso! Não há nada em você que me lembre seu pai! E se me comportei dessa maneira foi porque... Foi por vergonha, como disse, de ser fraca, de...”, conta ela, emocionada.

Gentil, Camilo diz que a própria mãe pediu para eles não chorarem mais. E a Rainha do Café sorri, comovida. “Camilo, meu doce Camilo... Você não tem culpa de nada. É um anjo que a vida botou em meu caminho quando eu mais precisava de um sinal de esperança”, afirma ela.

O jovem lembra que, quando criança, a mãe nunca lhe falou nada de mal sobre o pai para ele, mesmo com todas as atrocidades que Osório cometia. Julieta explica que não podia, e que precisava se resguardar, até por sobrevivência. “Mas a senhora guardou luto por esse monstro por tanto tempo”, lamenta o jovem. “Não foi por Osório, foi por mim. Foi por tantas Julietas que existem por aí, silenciosas, feridas como eu. Essa foi a cor que a vida ganhou, Camilo. Eu estive assim esses anos todos. Mas não sou assim”, garante ela.

CAMILO: “VAMOS SORRIR, DONA JULIETA, SORRIR!

Camilo também pergunta à mãe se ela não sentiu saudades da mulher que era antes de sofrer todo esse terror que a vida impôs a ela. “Sinto pelos sorrisos que não dei, a alegria que não experimentei. Mas descobri há pouco que ainda está em tempo. Pra mim, pra você, pra nós dois juntos. Redescobri o amor. E agora vou ter até um neto! Um filho seu e de uma mulher tão especial como Jane”, festeja ela, arrancando um sorriso do filho.

E Camilo garante que será um grande pai para esse bebê que está vindo. “E prometo fazer uma pessoa de qualidade. Para que caiba nesse futuro que a senhora espera para as mulheres. Meu filho vai ser um homem de bem, respeitoso e gentil”, diz ele. “Como você, meu amor. Como você...”, fala Julieta.

Os dois se abraçam e choram, emocionados pelo momento de afeto. “Vamos sorrir, dona Julieta, sorrir!”, pede Camilo. E mãe e filho, ali, começam a rir em meio às lágrimas que vão caindo, num momento só deles, que esperavam há tanto tempo.



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