O Tempo Não Para: Carmen e Dom Sabino em quartos separados

Empresária fica “passada” com acordo do amado com Agustina


  • 27 de novembro de 2018
Foto: Reprodução Globo


Uma reunião para decidir a guarda das gêmeas Nico (Raphaela Alvitos) e Kiki (Nathalia Rodrigues), por pouco não acaba em confusão na Samvita.

Tudo porque dona Agustina (Rosi Campos) não aceita que Dom Sabino (Edson Celulari) fique com as meninas se estiver junto de Carmen (Christiane Torloni).

O Tempo Não Para: Marocas anima o seu amor, Samuca

Tempo Não Para: Lição de amizade sincera de Samuca e Elmo

CARMEN A SABINO: “TÁ NA CARA QUE A AGUSTINA ESTÁ USANDO AS MENINAS PRA ATINGIR NÓS DOIS”

Enquanto Marocas (Juliana Paiva) conversa com Carmen sobre o fato de Samuca (Nicolas Prattes) querer procurar o pai, na sala de reuniões da Samvita a discussão continua. A advogada Belém (Ingrid Glug) sentada ao lado de Agustina, e Vanda (Lucy Ramos), do seu cliente Dom Sabino.

“Por favor, Dona Agustina... Acalme-se”, pede Belém. "Quem disse que estou nervosa?”, responde Agustina. “Está, sim”, diz Sabino. “Dom Sabino. Vamos baixar os ânimos”, pede também Vanda. “Homessa! Nunca ficarei eu sem ver minhas filhas. Jamais!”, afirma Sabino. “Não vou expor minhas duas joias preciosas ao convívio com aquela mulher de vida airada”, fala Agustina.

Nisso, Carmen e Marocas, que ouvem a discussão na sala ao lado, entram. “O que está acontecendo aqui?”, pergunta Marocas, com um jeito doce. “Sua mãe quer proibir as gêmeas de frequentarem a casa em que moro”, conta Sabino. “O covil de uma mulher de mil homens...”, alfineta Agustina. “Dona Agustina, por favor, me respeite...”, afirma Carmen. “Se dê ao respeito”, diz a mãe de Marocas. E as duas se encaram.

“Minha esposa, dona Agustina, a senhora está sendo injusta”, fala Sabino. Nesse momento, Carmen se irrita. “Injusta? Faça-me o favor... Sabino, resolve isso, não é problema meu...”, diz ela, que sai da sala. Nisso, Marocas, contida, pede para falar com a mãe a sós.

Enquando espera a conversa, Sabino procura Carmen na sala dela. “Tá na cara que a Agustina tá usando as meninas pra atingir nós dois”, diz ela. “Por favor, Carmen. Coloque-se no lugar dela... Quando se casou, estava certa de que seria para todo o sempre, que a família jamais se separaria... Agustina e eu vivemos uma vida inteira juntos”, pondera ele.

SABINO AMOLECE O CORAÇÃO DE CARMEN: “NÃO PODEMOS PENALIZAR AS CRIANÇAS... ELAS NÃO TÊM CULPA DE NADA”

“Eu entendo. Agora ponha-se você no meu lugar. Tô cansada de ter que lutar sozinha, por tudo na vida”, fala Carmen, com ar carente. “Não diga isso... Você não está sozinha”, avisa ele, carinhoso. Depois de dizer que a mãe, Agustina, precisava ser mais tolerante, Marocas a convence de tentar chegar a um meio termo com Sabino.

A reunião é retomada, Vanda e Belém já estão com o documento para ser assinado. “Vejam se assim está bem... Os finais de semana com as gêmeas serão de Dom Sabino”, diz Vanda. “O pai poderá receber as filhas no endereço da sua atual residência”, emenda Belém. “Desde que aquela senhora não esteja presente...”, interrompe Agustina

“Mas a Carmen é a dona da casa, Agustina... Como irá ausentar-se?”, fala Sabino, contido. “Isso não é problema meu...”, diz Agustina. Discussão vai, discussão vem, Agustina propõe. “Então que seja assim: quando Nico e Kiki estiverem por lá, você e aquela senhora devem dormir em quartos separados”, diz. “Se é assim, está certo... Vamos assinar”, cede Sabino.

Já na sala de Carmen, plácido, Sabino dá a notícia para a empresária. “O quê? Não acredito... Quer dizer que quando as gêmeas estiverem no meu apartamento, eu e você teremos que dormir separados, é isso?”, fala a empresária, com Dom Sabino ao lado, tenso. “Só assim conseguimos chegar a um acordo”, explica ele. “Belíssimo acordo, esse!”, fala ela.

Dom Sabino pede para a amada se acalmar, mas ela continua falando. “Não entendo como você aceitou essa situação absurda. Você não tem que ter vergonha da nossa relação”, diz. “Por favor, Carmen... Peço que tenha paciência...”, pede ele. “É o que eu mais tenho tido ultimamente”, diz.

“Foi a única maneira deste pai manter uma convivência com suas duas meninas. Não houve outro jeito”, conta ele. Carmen suspira. “Não podemos penalizar as crianças, Carmen... Elas não têm culpa de nada”, ressalta Sabino. “Tá bom, Sabino... Que assim seja...”, amolece Carmen. Logo Sabino dá um sorriso, de alívio, para o seu amor.



Veja Também