Gênesis: José dá beijaço em Asenate após ela ser resgatada de sequestro por quem menos esperava

A jovem foge, mexida com a atitude de Teruel, e corre para os braços do amado


13 de outubro de 2021

Foto: Reprodução Record TV/Montagem

Nos próximos capítulos de Gênesis, Asenate (Letícia Almeida) será resgatada de sequestro por quem ela menos esperava e ganhará um beijo na boca intenso de José (Juliano Laham). O novo governador do Egito sai em disparada de cavalo à procura da amada, assim que Kaires (Diogo Salles) o informa sobre o atentado. Ele segue com Abumani (Dudu de Oliveira), Potifar (Val Perré) é vários soldados, em direção ao Alto Egito.

Enquanto isso, no carro, em alta velocidade, Asenate insiste para Mahamid (Cee Jay) parar, mas ele nem lhe dá atenção. De repente, eles avistam um soldado na estrada, que faz sinal amigável para Mahamid. Asenate logo constata, chocada, a identidade do rapaz: Teruel (Amaurih Oliveira). Ele a olha, enigmático. “Como o Teruel tá aqui, vivo?”, fala a jovem, estupefata, achando que ele tinha sido executado. Mahamid para o carro e a ameaça com uma espada. “Se você tentar descer, você morre”.

ASENATE ATÔNITA APÓS TERUEL MATAR MAHAMID E MANDAR ELA FUGIR: “ENTÃO VOCÊ ME SALVOU...”

Teruel se aproxima para falar com Mahamid, que logo avisa estar com pressa, cumprindo ordens de Apepi. Mas o ex-soldado da guarda do Egito desconversa. “Você é um mal-agradecido, isso sim. Os mercadores deixaram uma coisa pra ser levada pro Alto Egito e o Apepi pediu pra te interceptar pra você levar pra ele”. Mahamid reclama, mas pede para ele trazer a mercadoria. Asenate olha para Teruel, como implorando por ajuda, mas ele não a olha.

Teruel diz que a caixa é pesada e vai precisar da ajuda de Mahamid. Ele desce do carro, e Teruel é ameaçador com Asenate. “Você fica onde está”. Quando sai para pegar a mercadoria, Teruel disfarça e tira da cintura a sua adaga. Enquanto Mahamid reclama, ele enfia a adaga no abdômen do bandido, que cai de joelhos. Asenate se assusta. Depois de limpar a adaga, ele empurra Mahamid, que cai no chão, sangrando.

Ao se aproximar de Asenate, ela se encolhe. “Por favor Teruel, não me mata, te imploro!”. O pilantra só pega no braço dela e a faz descer do carro. Instantes depois, ele sorri e a abraça. “Você casou... E com José... Que bom. Ele é um bom homem”, fala o rapaz, contente. A jovem pede para ele tirar as mãos dela. “Por que vocês me trouxeram aqui? Como você pode tá vivo?”. O bandido suspira. “Apepi mandou me salvar da minha execução, e agora eu trabalho pra ele”, conta.

Teruel explica que ficou sabendo que o antigo faraó mantou sequestrá-la. “Mas quando soube que era você, não podia permitir”. Asenate vê o corpo de Mahamid no chão e começa a cair em si. “Então você me salvou...”. O malvado abre um sorriso e diz que, por mais que ela pensasse o contrário, eles são amigos e ele nunca deixaria que lhe fizessem mal. “Volta pra sua casa e pro seu marido. Eu não posso te levar, mas se você seguir reto, logo vai ver a cidade”.

Asenate mostra-se tocada. “O que vai acontecer com você quando Apepi souber que me ajudou?”. Teruel diz para ela não se preocupar. A jovem sai, ainda olhando para ele. Teruel liga o carro e sai em alta velocidade. Neste momento, José, aflito, cavalga em disparada. Até que numa das estradas fora de Avaris, ele avista Asenate à certa distância e grita o nome dela. Quando a moça o vê, ela se mostra aliviada. “José!”, grita. O governador se aproxima da amada e mal espera o cavalo parar, desce e corre para encontrá-la.

José se aproxima e a abraça com força. Asenate corresponde. Ele sai do abraço, preocupado e ofegante. Os dois se olham, até que José dá um beijo intenso na amada. Os dois ficam ali, entregues ao momento. Quando saem do beijo, se olham, felizes. Asenate sorri, apaixonada. “Você tá bem?”, quer saber ele. A moça faz que sim, ainda encantada. José a beija novamente e depois a olha, esboçando um sorriso de felicidade. Ele a leva, abraçada, até o cavalo. Depois, seguem para casa, e Asenate conta tudo o que aconteceu, inclusive, quem a salvou.