Rainhas, madrinhas e musas reluzem com formosura e ginga no segundo dia de desfiles

Viviane Araújo, Gracyanne Barbosa, veja quem mais brilhou!


  • 13 de fevereiro de 2018
Viviane Araújo. Foto: Reprodução Instagram


No segundo dia de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro, as rainhas de bateria, madrinhas e musas das escolas inebriaram o público com a sua ginga e corpos perfeitos. Entres as estrelas, Viviane Araújo, Gracyanne Barbosa, Cláudia Raia e Raissa Oliveira.

Viviane Araújo – Salgueiro

Em seu 11º ano à frente dos ritmistas do Salgueiro, Viviane Araújo já é quase hors concours no posto. Ela não só samba como ninguém, mas toca tamborim, levanta a plateia e contagia todos da escola. Esse ano, Vivi brilhou com uma fantasia representando a rainha-faraó do Antigo Egito Hatshepsut no enredo que falou sobre o poder das mulheres.

 

“Sempre dá frio na barriga! É muito mágico, me sinto orgulhosa de chegar onde cheguei, de ter uma história e de ter reconhecimento do público. E e eu só agradeço por todo o amor e respeito que eu tenho do povo de samba”, diz ela.

 

Gracyanne Barbosa – União da Ilha

Foto: Reprodução Instagram

Essa Carnaval tem um gostinho mais do que especial para a musa Gracyanne Barbosa. Longe do Sambódromo há um ano, a mulher do cantor Belo estreou como rainha de bateria da União da Ilha, e claro, “lacrou”. No enredo Brasil bom de boca, sobre comida, Gracy apresentoou os ritmistas, que usaram fantasia de cozinheiro.

 

“Fiquei fora um ano por conta de um trabalho em Dubai. E o que importa é que estou de volta! Já são 11 anos de Carnaval, mas é a minha estreia na União da Ilha. Vou me dedicar como uma debutante”, contou.

 

Juliana Alves – Unidos da Tijuca

Foto: Reprodução Instagram

Há apenas quatro meses após dar à luz sua primeira filha, Yolanda, Juliana Alves voltou linda e graciosa ao Carnaval à frente da bateria da Unidos da Tijuca. A rainha usou um body de cristais e costeiro verde e azulado no enredo Um Coração Urbano: Miguel, o Arcanjo das Artes, Saúda o Povo e Pede Passagem, em homenagem ao ator, autor, diretor Miguel Falabella.

 

“É um ano muito especial para mim na avenida. Eu venho com mais força, a força de ser mãe, além, claro, do meu grande amor pela escola”, disse.

Cláudia Raia – Unidos da Tijuca e Beija-Flor de Nilópolis

Foto: Reprodução Instagram

Nossa grande atriz Cláudia Raia já chama a atenção em qualquer lugar que esteja, mas, esse ano, brilhou duplamente na Sapucaí. Primeiro, na Unidos das Tijuca, em homenagem ao amigo de longa data Miguel Falabella. Sua fantasia foi inspirada no musical O Beijo da Mulher Aranha.

“Sou grata à Unidos da Tijuca por homenagear alguém tão especial para mim. O Miguel participou de várias etapas da minha vida profissional e pessoal. É um amigo muito querido”, contou ela.

 

Já na sua escola do coração Beija-Flor, a última a desfilar nesta segunda, 12, Cláudia arrasou mais uma vez como madrinha da agremiação. Sua fantasia representou a estrela guia no enredo que falou sobre corrupção, desigualdade, violência e intolerâncias de gênero, racial e religiosa.

Foto: Reprodução Instagram

“Para abençoar o Brasil, que passa por um momento tão difícil. É um hino de socorro. Pelo amor de Deus, alguém faz alguma coisa para tirar o Brasil dessa lama, desse buraco”, pediu ela.

 

Raissa Oliveira – Beija Flor

Há 16 anos como rainha de bateria da Beija-Flor, Raissa Oliveira mais uma vez se destacou com seu gingado na Sapucaí. Sua fantasia representou a “rainha da pista” no enredo Monstro É Aquele Que Não Sabe Amar. Os Filhos Abandonados da Pátria Que Os Pariu, uma crítica social, política e religiosa.

Foto: Reprodução Instagram

“Sempre opto por uma fantasia confortável. São 16 anos de escola e pretendo continuar por muitos anos”, afirmou ela.

Pabllo Vittar – Beija-Flor

Em sua estreia na Sapucaí, a cantora Pabllo Vittar contou que sempre assistia aos desfiles junto com a mãe, que torce pela Mocidade. “Mas eu pedi para ela me assistir na Beija-Flor. É um momento histórico para mim”, disse.

Foto: Reprodução Instagram

No enredo em que faz uma crítica social à intolerância, Pabllo veio como destaque em carro alegórico, e disse que é sempre importante falar sobre o assunto.

“A minha fantasia representa o amor. O arco-íris é o que tem na bandeira que eu carrego e defendo. Acho que as pessoas têm mudado mais a consciência sobre intolerância, estão com a cabeça mais aberta, aberta para o amor, para a nossa arte e eu fico feliz de poder estar representando isso”, disse ela.

 

Bianca Monteiro – Portela

Em seu segundo ano como rainha de bateria da Portela, Bianca Monteiro disse que sente sempre aquele frio na barriga de estreia. O enredo da escola falou sobre judeus portugueses que fugiram da inquisição para Pernambuco. “Minha fantasia é um luxo como a Portela”, afirmou.

Foto: LN Fotos

Para Bianca, a agremiação tem tudo para repetir o feito de 2017 e sagrar-se campeã. “A escola está linda! Mas a responsabilidade sempre aumenta quando você entra como campeã do último Carnaval. E eu estou aqui para corresponder a essa expectativa tanto do público quando da comunidade”, contou.



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