O concorrido lançamento do filme de Christiane Torloni

Amazônia – O Despertar da Florestania marca a estreia da atriz como diretora


  • 10 de maio de 2019
Chris entre o casal Karin Roepke e Edson Celulari. Foto: Eny Miranda


Por Luciana Marques

Em seus mais 43 anos de sólida carreira na TV e no teatro, Christiane Torloni sempre usou a sua imagem na defesa do meio ambiente. Se hoje vários artistas mostram-se engajados, ela já lutava pelo tema há anos. E agora, após 7 anos de muita entrega, e mesmo enfrentando a dificuldade de se “fazer arte no Brasil”, a atriz lançou o documentário Amazônia – O Despertar da Florestania, no Espaço Itaú Botafogo, no Rio. O filme marca a estreia de Chris na direção, posto dividido neste trabalho com o jornalista e roteirista Miguel Przewodowski.

“Convocamos todos a arregaçar as mangas e trabalhar por aquilo que a gente acredita. E eu sinto que nesse momento muito doloroso do Brasil brigando contra o Brasil devemos nos dar as mãos e lutar por uma causa comum, que é o meio ambiente. Esse não tem partido, cor, ideologia, vamos lutar pelo Brasil. Nós nos unimos pela floresta”, disse Christiane.

Os diretores Christiane Torloni e Miguel Przewodowski. Foto: Eny Miranda

PRÉ-ESTREIA BADALADA COM A PRESENÇA DE COLEGAS DE O TEMPO NÃO PARA

Na noite especial para Christiane e Miguel, a atriz recebeu o carinho de amigos como o diretor Wolf Maya, Thiago Soares, primeiro-bailarino do Royal Ballet de Londres, e o professor Carlos Alberto Serpa, presidente da Fundação Cesgranrio.

Colegas de Chris no sucesso O Tempo Não Para, no ar até janeiro, como Edson Celulari, que fez par com a atriz como o inesquecível Dom Sabino, Luiz Fernando Guimarães, Malu Falangola e Nathalia Serra prestigiaram a noite.

 

 

UM“DESPERTAR” PARA A REFLEXÃO DA NOSSA IDENTIDADE

Amazônia - O Despertar da Florestania envolve o público numa reflexão que tenta resgatar o código genético de nossa identidade, questionando: “Quando foi que nós esquecemos que o Brasil tem o nome de uma árvore? Que o que corre em nossas veias não é sangue, é seiva?”.

Para esse “despertar”, Chris conduz entrevistas com nomes como André Trigueiro, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Benki Piyãko, Marina Silva, Lucélia Santos, Frans Krajcberg, Juca de Oliveira, Miriam Leitão, o sociólogo Sérgio Abranches, Victor Fasano, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Ailton Krenak, Paulo Adário. com imagens impactantes de Roma, Nova Viçosa, Amazônia e Brasília.

 

 

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