Alinne Moraes e Ana Beatriz Nogueira estreiam Relâmpago Cifrado

Peça mostra embate de duas médicas e suas diferenças no entendimento da vida e profissão


  • 11 de novembro de 2019
Foto: Cristina Granato


As atrizes Ana Beatriz Nogueira e Alinne Moraes se unem no palco para contar uma ótima história sobre o tempo, a memória e a empatia. As duas acabam de estrear Relâmpago Cifrado, de Gustavo Pinheiro, com Clarisse Derzié Luz e Leonardo Netto, no Teatro Petra Gold, no Rio.

Elas receberam convidados como Ricardo Pereira, Maitê Proença, Giulia Bertolli, Pedro Alves, José Loreto, Edney Silvestre, entre outros, na pré-estreia carioca.

Ana Beatriz Nogueira, a diretora Clarisse Derzié Luz e Maitê Proença. Foto: Cristina Granato

Alinee Moraes entre o casal Ricardo Pereira e Francisca. Foto: Cristina Granato

ALINNE MORAES: “QUANDO ANA ME CONVIDOU, ACEITEI IMEDIATAMENTE MESMO SEM CONHECER O TEXTO”

A história mostra o embate entre duas médicas e suas diferenças na forma de entendimento da vida e da profissão. E isso as leva a um confronto em que revelações inesperadas mudam o rumo da trajetória das duas. Relâmpago Cifrado tem seu título extraído do poema Amor e Seu Tempo, do livro As Impurezas do Branco, de Carlos Drummond de Andrade

“A peça propõe um jogo delicado em que o público constrói a história no mesmo ritmo das duas personagens. É uma peça sobre o tempo, a memória e a empatia”, avalia o autor, Gustavo Pinheiro.

Ana Beatriz Nogueira e Alinne Moraes. Foto: Divulgação

“Ao ler a peça junto com a Ana e a equipe, me dei conta da grandiosidade da história. O embate entre as personagens, que são duas médicas, a trajetória do primeiro encontro até o último é transformador para elas. Não só para elas, como para nós atrizes e todo o público”, ressalta Alinne.  “O jogo de cena, o encontro com Alinne no palco, o texto afiado do Gustavo... Parceiros antigos e novos, gente de teatro, gigantes e firmes. Tudo me encanta”, afirma Ana Beatriz Nogueira.

Alinne, que atuou com Ana em Além do Tempo e Rock Story, reafirma a sua alegria de dividir o palco com a atriz. “Hoje, fazer teatro com tanta censura, absurdos e cortes, conseguir levantar uma boa peça que nos faz refletir sobre a humanidade é muito importante, é resistência e também um ato político. Quando fui convidada pela Ana Beatriz Nogueira, essa grande atriz que fará 35 anos de carreira, para junto com ela apresentar Relâmpago Cifrado, aceitei imediatamente sem conhecer o texto. Só de estar ao seu lado em cima do palco, já é maravilhoso pra mim”, diz.

Relâmpago Cifrado. Drama. Até 22/12. Teatro Petra Gold – Sala Marília Pêra. Sextas, sábados e domingos, às 20h. De R$ 70,00 a R$80,00. Duração: 60min. Classificação: 14 anos.



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